Twitter Updates

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    PALESTRAS

    05/07/2009

    O desafio.

    photo.jpg

    03/06/2009

    Mensagem para o CEO.

    CEO nike

    CEO microsoft
    CEO mcdonalds
    CEO cocacola

    28/05/2009

    Mouse.

    Mouse

    27/04/2009

    Cinco Eras da Mídia Social.

    5erasSocialWeb

    Pessoas fazem negócios com pessoas e não com empresas. Todo mundo sabe disso há muito tempo. Hoje, com o rápido crescimento das redes sociais, essa velha máxima está ficando cada vez mais clara.

    Espera-se que as redes sociais irão transformar radicalmente o marketing, o comércio eletrônico, o CRM e a propaganda como conhecemos hoje.

    Os consumidores tendem cada vez mais a confiar mais nos amigos do que na propaganda das empresas. Espera-se que em um futuro muito próximo os próprios clientes criem os produtos e serviços que estarão disponíveis para essas comunidades.

    O instituto Forrester americano fez um estudo profundo sobre a evolução da social web e aponta 5 estágios da sua evolução:

    1) A Era das Relações Sociais: Pessoas conectadas com outras pessoas para compartilhar.
    2) A Era da Funcionalidade Social:Redes sociais se tornam sistemas operacionais.
    3) A Era da Colonização social: Toda experiência pode ser agora social.
    4) A Era do Contexto Social: Conteúdo pontual e personalizado.
    5) A Era do Comércio Social: Comunidades definem futuros produtos e serviços.

    Quando essas eras vão acontecer?

    Essas eras não são sequências, elas se sobrepõem. Nesse momento vê-se uma grande maturidade na era das relações sociais (milhões de usuários de Orkut, Facebook, MySpace, Linkedin). Muito em breve, conteúdo realmente relevante começara a surgir dentro dessas comunidades. Realmente, porque a grande verdade é que milhões se juntam a essas comunidades mas não fazem nada de produtividade a respeito.

    5erasTiming

    A Forrester entrevistou dezenas de executivos de 24 empresas que atuam fortemente com mídia social.Appirio, Cisco Eos, Dell, Facebook, Federated Media Publishing, Flock, Gigya, Google (Open Social/stack team), Graphing Social Patterns (Dave McClure), IBM (SOA Team), Intel (social media marketing team), KickApps, LinkedIn, Meebo, Microsoft (Live team), MySpace, OpenID Foundation (Chris Messina), Plaxo, Pluck, Razorfish, ReadWriteWeb, salesforce.com, Six Apart, e Twitter.

    Essa turma é altamente ativa no mundo da mídia social, e de uma maneira geral tem o seguinte recado para os marketeiros que ainda estão de fora:

    1. Não demora para entrar. Essas mudanças estão acontecendo muito rapidamente. Se você bobear, ficará de fora, e depois não conseguirá entender o que se passa no mundo do marketing.
    2. Prepare-se para Transparência. Todas as páginas do seu site estarão sujeitas a serem resenhadas pelas pessoas. Prepare-se para ouvir críticas construtivas e destrutivas.
    3. Conecte-se com os Advogados da sua marca. Foco naqueles que te amam, eles vão te defender quando as coisas ficarem feias.
    4. Parte o seu web site em pedaços. Os sistemas corporaivos precisam estar conectados a mídia social na web. Prepare para fragmentar o seu site corporativo em pedaços que são expostos aos clientes no momento certo na hora certa dentro da web. No mais radical dos futuros, o conteúdo irá até o clientes, eles não vão atrás do conteúdo. Distribua o conteúdo do seu site pela internet. Deixa a informação mais importante sobre você se espalhar pela internet através de comunidades onde estão os seus futuros clientes.

    O mundo do marketing, queira ou não, caminha para um futuro analítico (google) + cliente no comando + complacência para aguardar o cliente decidir a melhor hora para comprar.

    Se o cliente vai decidir tudo sozinho ou com os amigos, qual será o propósito das marcas?

    25/04/2009

    Nunca dê as costas para o Oceano.

    Shaun Tomson foi um dos jovens responsáveis pela construção da indústria profissional do surf algumas décadas atrás. Ele escreveu um livro muito bom sobre a sua história, e recentemente apareceu no Google para falar sobre o livro, surf, e o filme que vem por aí. Ele fala sobre suas experiências com o surf versus a filosofia que aprendeu surfando versus o mundo dos negócios. Entre várias histórias bacanas, ele conta uma história bem interessante sobre como a Solitude, sua surfwear, falida, saiu do buraco por um grande golpe do acaso.  


    14/04/2009

    Admirável Mundo Novo.


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    09/04/2009

    O salário deveria ser secreto ou não?

    A primeira vez que eu ouvi alguém falando sobre os benefícios de abrir os salários para todos os funcionários foi no livro Virando a Própria Mesa do Ricardo Semler. Até onde eu sei, a política de abrir salários dentro da Semco, empresa do Semler, ainda é uma prática corrente, e segundo ele, traz muitos benefícios para a empresa.

    Agora há pouco eu entrevistei um profissional para a área de design da ArmRebel. Quando perguntei a ele qual seria a sua pretensão salarial, ele respondeu "Eu gostaria de ganhar 10 mil reais...", eu imediatamente emendei, "Ok, eu pago 10 mil reais por mês. Mas o que você vai fazer pela empresa vai gerar 1 milhão de reais em novas vendas em 60 dias? Se gerar, eu pago 10 mil para você. Fechado?".

    A política do salário aberto tem o objetivo de justamente mostrar para os funcionários que eles tem que ser geradores de receita ou economia para uma empresa, e não apenas um simples mortal que senta a bunda na cadeira e entrega resultados médios no final do mês. 

    Os salários na ArmRebel "ainda" não são abertos, mas, serão em um futuro muito próximo.

    Muita gente é contra a política dos salários abertos porque acredita que esse tipo de prática vai distrair muito as pessoas e dificultar futuras negociações de aumento de salário.

    Realmente, tem que ter uma cabeça muito madura a adulta para não fazer piadinha com o salário do colega do lado quando deveria usar essa informação para o crescimento pessoal.

    Mas, vivemos na era da transparência webniana. Web sites como Glassdoor, PayScale e SalaryScout, são locais públicos onde funcionários gringos estão expondo os seus salários e estimulando os colegas a fazer o mesmo.

    Apesar de serem sites gringos, você consegue cadastrar a empresa em que você trabalha nesse sites, e promover o seu salário na web.

    "Expor os salários é uma maneira de engajar os funcionários. 95% das pessoas tem dificuldade em pedir aumento de salário ou falar sobre salários com seus chefes. Esse tipo de iniciativa ajuda as pessoas a conversarem umas com as outras." Betsy Ribera, vice presidente de marketing da PayScale, Janeiro de 2009 no Wall Street Journal.

    Eu não acredito que duas pessoas ocupando o mesmo cargo deveriam ganhar o mesmo salário. É errado. Em 99,9% dos casos, um merece mais do que o outro. As pessoas não são iguais, e não trazem resultados iguais. Eu sei que existem leis trabalhistas no Brasil que jogam contra esse tipo de diferenciação, mas, existem maneiras de contornar isso utilizando grades de salários etc.

    Eu acredito que a política de salários abertos é uma tendência que vai pegar forte no mundo inteiro, inclusive no Brasil, nos próximos anos. Todos os salários serão abertos. Todo mundo vai saber o quanto todo mundo ganha.

    Esse tipo de prática só tende a ajudar as empresas a fazer os funcionários a se dedicarem mais e mais às suas posições e entregarem resultados compatíveis com o que recebem.

    Você não acredita que a partir do momento em que um funcionário souber o quanto o cidadão que senta ao seu lado ganha por mês ele não vai trabalhar mais?

    Se você soubesse que o cara que senta ao seu lado ganha 30% a mais, mas entrega 50% a menos, você não tomaria alguma atitude a respeito?

    Você não ficaria p da vida e faria algo para mudar as coisas?

    E se o cara que entrega 50% soubesse que todos sabem o quanto ele ganha, ele não faria algo para justificar o gordo salário?

    Eu acredito que sim.

    03/04/2009

    Como a web comeu a economia e porque isso é bom para todos.

    Douglas Rushkoff, (autor de "Get Back in the Box"), falou na Web 2.0 Expo que termina hoje em São Francico. Ele falou sobre "Como a web comeu a economia e porque isso é bom para todos".

    Engraçado...  engraçado quando você pára para pensar que as grandes empresas hoje em dia simplesmente não fazem NADA. Ao terceirizar absolutamente tudo para os outros, eles simplesmente não passam de um bando de ternos corporativos que andam e fingem que tem controle sobre alguma coisa. Exemplos, a área de tecnologia é feita pela IBM, a gestão pela McKinsey, a limpeza por uma empresa de limpeza, a segurança por uma empresa especializada em segurança, o treinamento dos funcionários por consultores de fora, a contratação de pessoas por empresas de serviços de recursos humanos, a web por designers externos, as fábricas na China, os produtos igualmente, a logística e entrega também, as vendas totalmente, os programas de canais ainda mais, o marketing e comunicação nem se fala.

    Afinal, qual é o valor ou qual é o negócio que uma grande empresa domina hoje em dia?

    NENHUM!

    É um verdadeiro castelo de areia prestes a cair quando os fornecedores tiverem coragem de abandoná-los por alguma outra alternativa que faça mais sentido.

    A propósito, os fornecedores estão loucos para entrar em uma nova economia onde não seja necessário falar com ternos que andam.

    "Grandes Empresas são monopólios, só isso. Entidades feitas para impedir que as pessoas consigam transformar valor em riqueza. Se o valor não for criado através das grandes empresas, não tem valor." Douglas Rushkoff.

    CONCORDO 200%! E nós temos que lutar e TRABALHAR DURO para MUDAR TUDO ISSO!

    A Web 2.0 é a mais fantástica ferramenta inventada nos últimos tempos para ajudar os pequenos a fazer negócios sem a intervenção das grandes empresas. Nós temos que usar, é a grande oportunidade da história para mudar para sempre o domínio dos grandes sobre os pequenos.

    Nós temos que fazer isso acontecer. Fazer negócios sem a intervenção dos grandes. Criar uma nova economia onde os grandes são irrelevantes, onde os pequenos não precisam de grandes empresas para crescer. Essa é a missão do momento. Vamos trabalhar isso!

    Confira a palestra que ele fez ontem na Web 2 Expo.

    01/04/2009

    Tchau! Vou fazer outra coisa.

    Douglas Bowman 

    Douglas Bowman, chefe de visual design do Google, está deixando a empresa por causa da cultura obsessiva baseada em dados que tornou o seu trabalho enlouquecedor.

    Depois de três anos no Google, ele ficou cansado das constantes encheções de saco vindas da burocracia maluca da empresa por justificativas empíricas para tomar qualquer decisões de alguma coisa - geralmente sobre detalhes insignificantes. 

    "Eu tive um discussão recente sobre o tamanho de uma borda, se deveria ter 3,4 ou 5 pixels, e fui obrigado a provar o meu ponto de vista. Eu não consigo trabalhar dessa maneira. Eu cansei de perder o meu tempo discutindo decisões tão minúsculas. Existem coisas mais bacanas para fazer no mundo do que discutir a largura da borda de uma página web". 

    Para ilustrar a obsessão dos caras por detalhes, um recente artigo publicado no New York Times fala da vez que Marissa Mayer, vice presidente de search and user experience, não conseguia se decidir entre duas tonalidades de azul - eles então resolveram fazer uma pesquisa com 41 tons diferentes para checar qual traria melhor resultado. 

    "Quando uma empresa está cheia de engenheiros, eles olham para a engenheira para resolver os problemas reduzindo as decisões para um problema lógico. Nesse ambiente, os dados eventualmente se tornam o fator principal para qualquer tomada de decisão, paralizando a empresa e assegurando que ninguém tomará qualquer decisão mais arrojada."

    "Quando eu me juntei ao Google eu imaginava que existia uma imenso potencial para ajudar a empresa a mudar o curso do design na web. Mas eu aprendi que o Google já havia setado a direção da aeronave há muito tempo atrás. O Google é uma grande nave mãe e eu era apenas um zé coitado tentando mover a nave alguns graus direção Norte. Tchau! Vou fazer outra coisa!"

    Douglas Bowman foi o responsável pelo design do Google Calendar, e consequentemente do Gmail. 

    02/03/2009

    Microsoft 2019.

    01/03/2009

    Ação Inocente.

    27/02/2009

    O benefício de abrir os números para todos.

    11/02/2009

    Comércio eletrônico em 2009.

    Confiram o que vem por ai nas lojas virtuais americanas em 2009. Vídeos, ofertas personalizadas, resenhas de clientes, configuração de produtos, pagamentos alternativos, blogs blogs blogs, busca show de bola, compras programadas, posição de entrega, estoque, comunidade, eventos, a ArmRebel está alinhadíssima com o quê os gringos vão fazer por lá em 2009. 


    QUEBRA TUDO no Comércio Eletrônico!

    2009-ir-ecommerce-site-feature-survey

    07/02/2009

    Mais tendências para 2009.

    Agora é a vez da Leo Burnett - agência de propaganda e comunicação - arriscar os seus palpites. 


    05/02/2009

    TED Prize.

    Daqui há pouco, as 23:00hs horário da minha casa, começa o TED Prize, o ponto alto do TED onde 3 cidadãos escolhidos pela comunidade TED apresentam suas idéias para melhorar o mundo. Cada um apresenta um desejo e espera que a comunidade os ajude a realizar em 1 ano.

    Uma vez que os membros da comunidade são o Bill Gates, os fundadores da Google, Jeff Bezos da Amazon e muitos outros milionários, dinheiro nunca é problema para realizar os desejos da turma.

    Você pode assistir ao evento ao vivo via webcast aqui. Eu vou assistir, o evento é um tesão, vou twitar o máximo possível e publicar o melhor por aqui.

    02/02/2009

    David Allen.

    David Allen, autor de um dos livros de produtividade mais famosos de todos os tempos: Getting Things Done, conversou recentemente com Robert Scoble, confira. Se você ainda não leu Getting Things Done, LEIA, tem versão em português. 

    Varejo 2.o by NRF 2009.

    29/01/2009

    Jack Welch na ManagemenTV.

    A entrevista com Tom Peters durou 30 minutos, agora vem Jack Welch, confira as twitadas.

    Tom Peters na ManagemenTV.

    Se você tem ManagemenTV em casa, sintoniza no 73, tá começando uma entrevista de 1 hora com Tom Peters.As coisas mais interessantes que ele falar eu vou colocar no meu Twitter, não tem nada de novo, mas é legal ouvir coisas boas pela 20a vez.

    O líder acordou 2.0

    MicrosoftBusinessWeek
    O anúncio acima, assinado pela Microsoft, está sendo veiculado na BusinessWeek dessa semana, data de capa 2 de Fevereiro de 2009. O anúncio foi veiculado na primeira página dupla da revista, e ataca o blá blá blá arcaico sobre liderança top down. Os riscos vermelhos dão o toque especial no anúncio, onde todos os textos e imagens estão riscadas.

    Algumas máximas riscadas no anúncio:

    1. Não é importante para o líder o que as outras pessoas pensam. O líder tem que ser a pessoa mais inteligente da sala. E se você não concorda com isso é melhor concordar ou caia fora.
    2. Nós temos um monte de dados que mostra que os nossos negócios vão muito bem obrigado. O que mais precisamos saber?
    3. As pessoas não precisam saber de tudo. De fato, as pessoas não deveriam saber de quase nada.
    4. Nós não erramos, por isso encorajamos as pessoas a não errarem.
    5. Projetos que tem deadlines ou envolve departamentos diferentes precisam de um líder.
    6. As pessoas talvez não concordem com a maneira que fazemos negócios. Ok. Esse é o preço que você paga quando você sabe mais do que os outros.

    28/01/2009

    Emprego ou Empreendedorismo.

    25/01/2009

    5 mil na rua.

    No final da semana passada a Microsoft anunciou o corte de 5 mil funcionários para os próximos meses. Essa é a primeira vez que a Microsoft faz algo do tipo na sua história.

    Confira o e-mail que Steve Ballmer enviou a todos os funcionários da Microsoft anunciando os cortes.

    A Microsoft é talvez a empresa mais rica do mundo, no último ano fiscal deve ter embolsado de lucro algo como 20 bilhões, resultado que vem se repetindo nos últimos 15 anos.

    Será que eles não tem dinheiro para segurar 5 mil funcionários em tempos de crise?

    Capitalismo selvagem ou precaupação capitalista?

    A verdade é que a Microsoft está inchada há anos. Eu acredito que eles estão aproveitando o momento de crise para cortar as gorduras que estão impedindo a reinvenção da empresa.


    From: Steve Ballmer
    Sent: Thursday, January 22, 2009 6:07 AM
    Subject: Realigning Resources and Reducing Costs

    In response to the realities of a deteriorating economy, we're taking important steps to realign Microsoft's business. I want to tell you about what we're doing and why.

    Today we announced second quarter revenue of $16.6 billion. This number is an increase of just 2 percent compared with the second quarter of last year and it is approximately $900 million below our earlier expectations.

    The fact that we are growing at all during the worst recession in two generations reflects our strong business fundamentals and is a testament to your hard work. Our products provide great value to our customers. Our financial position is solid. We have made long-term investments that continue to pay off.

    But it is also clear that we are not immune to the effects of the economy. Consumers and businesses have reined in spending, which is affecting PC shipments and IT expenditures.

    Our response to this environment must combine a commitment to long-term investments in innovation with prompt action to reduce our costs.

    During the second quarter we started down the right path. As the economy deteriorated, we acted quickly. As a result, we reduced operating expenses during the quarter by $600 million. I appreciate the agility you have shown in enabling us to achieve this result.

    Now we need to do more. We must make adjustments to ensure that our investments are tightly aligned with current and future revenue opportunities. The current environment requires that we continue to increase our efficiency.

    As part of the process of adjustments, we will eliminate up to 5,000 positions in R&D, marketing, sales, finance, LCA, HR, and IT over the next 18 months, of which 1,400 will occur today. We'll also open new positions to support key investment areas during this same period of time. Our net headcount in these functions will decline by 2,000 to 3,000 over the next 18 months. In addition, our workforce in support, consulting, operations, billing, manufacturing, and data center operations will continue to change in direct response to customer needs.

    Our leaders all have specific goals to manage costs prudently and thoughtfully. They have the flexibility to adjust the size of their teams so they are appropriately matched to revenue potential, to add headcount where they need to increase investments in order to ensure future success, and to drive efficiency.

    To increase efficiency, we're taking a series of aggressive steps. We'll cut travel expenditures 20 percent and make significant reductions in spending on vendors and contingent staff. We've scaled back Puget Sound campus expansion and reduced marketing budgets. We'll also reduce costs by eliminating merit increases for FY10 that would have taken effect in September of this calendar year.

    Each of these steps will be difficult. Our priority remains doing right by our customers and our employees. For employees who are directly affected, I know this will be a difficult time for you and I want to assure you that we will provide help and support during this transition. We have established an outplacement center in the Puget Sound region and we'll provide outplacement services in many other locations to help you find new jobs. Some of you may find jobs internally. For those who don't, we will also offer severance pay and other benefits.

    The decision to eliminate jobs is a very difficult one. Our people are the foundation of everything we have achieved and we place the highest value on the commitment and hard work that you have dedicated to building this company. But we believe these job eliminations are crucial to our ability to adjust the company's cost structure so that we have the resources to drive future profitable growth. I encourage you to attend tomorrow's Town Hall at 9am PST in Cafe 34 or watch the Webcast.

    While this is the most challenging economic climate we have ever faced, I want to reiterate my confidence in the strength of our competitive position and soundness of our approach.

    With these changes in place, I feel confident that we will have the resources we need to continue to invest in long-term computing trends that offer the greatest opportunity to deliver value to our customers and shareholders, benefit to society, and growth for Microsoft.

    With our approach to investing for the long term and managing our expenses, I know Microsoft will emerge an even stronger industry leader than it is today.

    Thank you for your continued commitment and hard work.

    Steve

    15/01/2009

    NRF e o Varejo 2.0.

    O Big Show da NRF terminou ontem em Nova Iorque com todos falando sobre Varejo 2.0, e a necessidade do comércio se reinventar urgentemente para sobreviver as mudanças de comportamento do consumidor.

    Alguns insights sobre as últimas palestras.

    "50% dos americanos pretendem reduzir suas compras nos próximos 6 meses. Além disso, essa gente está tomando outras providências que complicarão ainda mais a vida dos comerciantes nos EUA. 68% dos americanos trocaram as saídas para comer fora ou se divertir com os amigos por programas caseiros. 87% substituíram marcas tradicionais por outras mais baratas, muitas delas marcas próprias dos supermercados, drogarias ou lojas de departamento." Miller Zell, consultoria de varejo.

    Será que o comportamento do brasileiro é muito diferente do comportamento do americano?

    Eu penso que não. Aqui em São Paulo o número de condomínios verticais ou horizontais com churrasqueira é cada vez maior, e as pessoas estão usando.

    "Acredito que a crise atual marcará uma transição histórica para o comércio. Assistimos o surgimento de uma nova era – o nascimento do 'Varejo 2.0', quando os indivíduos finalmente deixarão de ser espectadores passivos e dóceis consumidores das novidades para serem co-participantes do processo de desenvolvimento de produtos, pontos de venda e da própria comunicação do varejo. Nestes novos tempos, não serão as empresas e sim os clientes que determinarão que produtos devem ser vendidos e em que intervalo de tempo eles devem ser considerados obsoletos. Entretenimento será especialmente importante, a interatividade no ponto de venda será indispensável, as ofertas customizadas terao maior relevância. Em função da necessidade dos consumidores de buscar os menores preços e caçar barganhas, as pesquisas e comparações se tornarão ainda mais constantes e a recomendação de outros consumidores, mesmo que meros desconhecidos, terá enorme influência nas decisões de compra." Luiz Marinho do BlueBus de Nova Iorque depois das palestras que assistiu.

    Coincidentemente, eu venho usando o termo Varejo 2.0 há uns 2 anos para explicar a era do diálogo e da web 2.0 no varejo. Varejo 2.0 foi tema de eventos anteriores na B4B, AMD, tema de diferentes posts, como esse, ou esse onde você encontra um PDF sobre Varejo 2.0 que fiz para a B4B, cliente da BIZ.

    Ou confira aqui:

    Varejo 2.0 by B4B
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    A minha experiência pessoal com Varejo 2.0 já tem anos. Eu pessoalmente já comprei centenas de livros na Amazon.com em função da opinião de outras pessoas que compraram os livros na loja. A loja na era do varejo 2.0 é muito mais um líder de comunidade do que um comércio que compra e vende.

    (A ArmRebel nasce com essa missão ou estratégia).

    "A Best Buy, apresentou-se como o melhor exemplo sobre como se colocar o conceito de Customer Centricity em prática. Sabendo que cada loja é diferente e que as pessoas que trabalham na matriz nao conseguem entender as peculiaridades de cada uma, decidiu deixar de perseguir a padronizaçao e centralizaçao que representou o segredo do sucesso de operaçoes como o Mcdonald`s. No lugar ela implementou um modelo de atuaçao que dá autonomia para que cada loja possa ter uma atuação de marketing e uma oferta de produtos e preços compatível com a comunidade em que está inserida. Com isso eles conseguiram somar a iniciativa dos gerentes de loja - que no geral são empreendedores apaixonados porém sem recursos - com a capacidade de fazer açoes locais 100% alinhadas com as policies de marca.

    Graças a uma plataforma tecnológica que permite se customizar a açao promocional que quiser, com diferentes níveis de complexidade e sempre atuando em diferentes mídias, uma loja está pronta para, por exemplo, enfrentar localmente o fato de que há um concorrente importante fechando na região. Sabendo que a comunidade perde quando uma grande empresa fecha as portas, a Best Buy pode aproveitar a situação e mostrar, através de comunicações locais que ela lamenta a situação e que está pronta para suprir a falta que o concorrente fará. Ou seja, a marca consegue atuar como se fosse um vizinho. A resposta dos consumidores, que se sentem reconhecidos, é o agradecimento na forma de compras repetidas." Marinho de Nova Iorque.

    Eu falo sobre o quê a Best Buy vem fazendo no varejo há anos. Best Buy é a MELHOR LOJA de varejo dos EUA. Confira o ppt mais recente que fiz sobre a estratégia em execução da Best Buy. Todo cara que de business tem que visitar uma loja da Best Buy na próxima trip aos EUA.

    "Agora é possível concluir os principais temas debatidos na NRF 2.009. Customer centricity, é inegavelmente, um deles e simultaneamente um dos caminhos eleitos para estimular o consumo. Identificar o consumidor, elaborar comunicaçao dirigida para suas necessidades, ajustar lojas e atendimento para que a experiência de compra seja a mais individual possível e tenha temperos locais, posicionar preços, comunicaçao e produtos para seu perfil e necessidades e reconhecê-lo quando entra na loja. Um exemplo foi citado na palestra 'O varejo centrado na comunidade' feita por Mark Juba, diretor da Best Buy, com o diretor de sua agência, Chris Kneelan da da Rapp Collins. Eles citaram uma açao feita para o Natal, em que consumidores com baixo nível de compras recebiam em suas casas uma mala direta com um cartao presente encartado que poderia valer U$ 5,00 ou U$ 5.000,00. O consumidor só descobriria o valor na loja. Foi um dos maiores índices de conversao de malas diretas da Best Buy.

    O 2o ponto central é o entendimento da estratégia multicanal com conceitos mais contemporâneos, em que os diversos canais sao entendidos como complementares. No início do comércio eletrônico, a visao predominante do tema era que os diferentes canais seriam excludentes e concorrentes. A visão reforçada nesta edição da NRF é a da integração e de fortalecimento de todos os meios de contato.

    O 3o tema relevante tratou da estratégia para manter e aumentar as vendas usando a força das marcas como diferencial competitivo. É estimulante perceber na edição mais pessimista da NRF em termos econômicos, que muitos CEOs tenham a clareza de que investir em suas marcas é fundamental para manter clientes e com isso superar a crise.

    Finalmente o 4o ponto é a percepção da 'simplicidade', Eu diria que, de certa forma, os diretores de marketing podem esquecer o que sabem sobre seus consumidores no mercado norte-americano, porque eles nunca mais serão os mesmos. É, afinal, o fim desta sociedade de excessos." Beth Furtado do BlueBus de Nova Iorque.

    Há anos venho falando sobre "O Fim da Era de Trabalhar para os outros. Vivemos na Era de Trabalhar Pelos Outros". Chega de EMPURROTERAPIA. Tem ppt no site da BIZ datada de 2001 sobre FIM DA EMPURROTERAPIA no marketing e varejo. Vendedor e marketeiro que não sabe fazer conta sobre QUANDO se dará o RETORNO DO INVESTIMENTO da compra que o cliente faz tá fora.

    "Hoje o anseio dos consumidores vai além de promoções e descontos. Eles querem também refugiar-se em locais seguros e proteger as pessoas que amam, numa espécie de atualização do ‘cocooning’ da Feith Popcorn. O luxo exorbitante agora está fora de moda, mas aquelas pequenas indulgências irresistíveis, bem como as necessidades impostas pelo estilo de vida frenético e conectado das grandes cidades continuarão a ser alimentadas, na medida do possível, pelos americanos - como viver no século 21, por exemplo, sem um ‘smartphone’? Como disse o consultor Matt Thornhill, em sua palestra sobre os consumidores maduros, “as pessoas não vão comprar mais coisas. Vão sim tirar mais das coisas que compraram”.

    O brasileiro acompanha esse tipo de comportamento?

    Eu acredito que sim. Vivemos em uma aldeia global. O resultado da globalização é formar consumidores parecidos em todos os países.

    "Esse raciocínio se aplicaria também ao Brasil? Em parte. A nova classe média, que constitui a imensa maioria dos nossos consumidores, ainda está no meio do processo de trocar eletrodomésticos antigos por outros mais modernos, de adquirir o primeiro carro, comprar uma casa nova ou reformar a existente, colocar um computador na sala e os filhos na faculdade. O alto nível de consumo das famílias brasileiras, observado nos últimos anos, tem pouca relação com desperdício e ostentaçao. Por outro lado, pesquisas realizadas no país mostram o início da gestação de um novo pensamento, que valoriza educaçao, relacionamentos, equilíbrio, sustentabilidade e responsabilidade social. Assim como nos EUA, também no Brasil começa a florescer a idéia de olhar menos para o umbigo e mais para a família, os amigos, o prédio e o bairro. As dificuldades econômicas que provavelmente enfrentaremos neste início de 2009 apenas reforçarão esta disposição."  Luiz Marinho de Nova Iorque

    QUEBRA TUDO NO VAREJO!!!

    BIZ em 2o Lugar!

    O blog da BIZ está em segundo lugar na votação dos melhores blogs com 227 votos na categoria Melhor Blog Corporativo. Desde ontem o blog Caldeirão de Idéias tirou da manga vários votos por minuto. A comédia é que o blog deles não tem nada a ver com negócios. É um blog sobre educação. 

    Se você ainda não votou no blog da BIZ, vota lá, ou vota na educação.

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    13/01/2009

    CEO da Wal-Mart no Big Show 2009.

    Esse é o último discurso do atual CEO da Walmart antes de deixar a empresa. Confira aqui o transcript inteiro da palestra.

    Insights do Big Show 2009.

    Jack Welch, ex-CEO da GE, uma vez disse a respeito da estratégia da empresa - “Só há duas fontes de vantagem competitiva - a capacidade de aprender mais sobre nossos clientes mais depressa que os concorrentes e a capacidade de transformar esse conhecimento em ação mais depressa que a concorrência”. O grande desafio que o varejo americano está enfrentando é colocar isto em prática já que ter informaçao é commodity - o sucesso vem da capacidade de execução.

    "Graças à análise sobre o tráfego em cada uma das 320 lojas operadas pela empresa, é possível definir desde a escala de folga dos gerentes, até o dia e a hora em que deve haver POS móveis nas saídas das lojas para evitar a típica perda de vendas provocada pelas pessoas de desistem da compra quando veem fila no caixa. E mais, usa-se os dados para definir quando e onde devem aparecer os Merchantaners, os funcionários que de alguma forma vão interagir com os consumidores, sua função é garantir incremento das vendas." Rosemary Rose, VP da Food & Beverage and Merchandising Operations, Walt Disney World.

    "Quando se soma a análise dos dados transacionais e demográficos ao conhecimento sobre os desejos dos consumidores, o poder de diferenciaçao do varejista aumenta ainda mais. Que tal a idéia de uma rede de cinemas canadense que desenvolve um kids club dentro de suas salas para revertar a queda de tráfego provocada pelo pais que deixam de ir ao cinema porque têm filhos pequenos?

    E se isto nao for suficiente para atrair os consumidores e fazê-los comprar, que tal ir onde eles estão para fazê-los aparecer? O Museu de História Natural de Londres resolveu aumentar a visitação da sua área sobre pré-história. Com isso os Dinossauros não ficam mais confinados num espaço fixo de exibição - andam pelos corredores. Veja você mesmo como o efeito da experiência é impressionante  abaixo - e diga se você também não iria querer ir ver mais sobre essas criaturas. Depois pergunte-se como conseguir produzir um efeito WOW desses nos seus negócios." Patricia Marinho do Blue Bus em Nova Iorque

    “Hard questions are not made during good times” (‘perguntas difíceis não são feitas em tempos de prosperidade’) disse H Lee Scott, presidente e CEO da Wal-Mart, na abertura do 2º dia da NRF 2009.

    Hoje, mais do que por elevar vendas, o comércio luta para recuperar a lucratividade. Nesse sentido, uma das suas apostas é o crescimento das marcas próprias, movimento impulsionado pela tendência do consumidor de valorizar o bom, bonito e barato em detrimento do exorbitante, que começa a se disseminar rapidamente por aqui. A expressao ‘cheap is chic’ (o barato é chique) foi ouvida mais uma vez ontem a tarde. Ao desenvolver produtos com suas marcas os comerciantes ampliam os resultados, transferindo em parte o problema para os grandes fabricantes.

    Outra providência que o varejo está tomando é a de efetivamente ouvir com mais atençao o que o consumidor tem a dizer. De acordo com Lee Scott, os americanos pretendem utilizar o dinheiro que ainda tem de maneira criteriosa, adquirindo apenas o que mais desejam ou necessitam. Sabendo disso, a Wal-Mart se preparou para vender mais refeiçoes prontas congeladas para pessoas que cortaram idas ao restaurante e lanchonete. Nao é a toa que a empresa fundada por Sam Walton é uma das poucas que se salvaram neste Natal.

    "Quem também comemorou o final do ano foi o comércio eletrônico. Dados de pesquisa divulgados pelo Shop.org, divisao da NRF responsável pelo e-commerce, mostraram que 63% dos varejistas tiveram aumento de vendas em dezembro. Ainda segundo o Shop.org, o varejo virtual deve contribuir com cerca de 8% das vendas totais do comércio nos EUA, incluindo viagens, resultado 1 ponto percentual maior do que o do ano passado." Luiz Marinho do BlueBus em Nova Iorque

    "O e-commerce continua cometendo erros sérios, por conta da mentalidade ainda analógica de muitos executivos. O pior deles seria a separação entre os canais virtuais e tradicionais. Um vendedor de loja implorou recentemente a Sucharita que ela comprasse o produto com ele e não pela web, porque caso contrário ele perderia o emprego. Mas isso não aconteceria se o sujeito trabalhasse na Best Buy, que considera as vendas pela internet na hora de calcular as comissões dos vendedores das lojas de tijolo e cimento.".  Sucharita Mulpuru, analista da Forrester Research. 

    "O 2o dia da NRF começou com intensidade e emoção com a apresentação de Lee Scott, CEO do Wal Mart. Às vesperas da aposentadoria no dia 31 de janeiro, ele cobrou fortemente atitude das empresas e soluções do governo para os graves problemas que assolam o país. Lembrou que não é incompatível proporcionar retorno ao acionista e envolvimento com as comunidades, motivo pelo qual as empresas devem agir para além de suas fronteiras e interesses. Quando perguntado sobre qual legado gostaria deixar à frente da empresa, percebeu-se um nó na garganta. Mesmo ele, um executívo treinadíssimo em lidar com platéias, se emocionou e disse que que gostaria que Sam Walton e sua equipe se orgulhassem dele. Apenas isso. Seu discurso foi forte do ponto de vista empresarial e humilde como líder. Disse que a principal lição que aprendeu em seus 30 anos de Wal Mart é que  gestores devem se cercar de pessoas melhores que ele e que os esforços e méritos da equipe devem ser reconhecidos. Isso se chama generosidade e está em falta nas organizações." Beth Furtado do BlueBus de Nova Iorque

    Tem sido recorrente no evento a reflexão de que estamos mudando para uma sociedade mais simples, menos fútil, mais sustentável e menos consumista. É uma mudança a forceps, mas talvez só assim é que possam nascer novas perspectivas nesta sociedade paradoxal em que vivemos. Este discurso foi teve em mira inclusive o segmento luxo e de pontos de vendas. Depois de décadas com projetos arquitetônicos mirabolantes a reflexão agora é 'menos'. Menos sinalização, menos equipamentos que poluam o ambiente, menos impacto no ambiente para construir e equipar lojas, tecnologia que se integre pianinho nos projetos, design com conteúdo estratégico, o que diminui a poluição das lojas como temos no Brasil.

    12/01/2009

    Ministros Blogueiros.

    Ministros


    Nem só de comediantes malucos como o Borat vive o Cazaquistão. O país tem políticos moderninhos.

    Karim Masimov, primeiro-ministro do Cazaquistão, pediu aos seus ministros para criarem blogs pessoais.
    Segundo Masimov, os políticos precisam se aproximar dos cidadãos.

    “Já dei início ao meu blog no site do governo”, ele declarou, “Por isso exijo que todos os outros ministros façam o mesmo, para que as pessoas possam enviar perguntas.”

    O post introdutório do blog de Masimov já recebeu mais de 50 comentários.

    Apenas 14% da população do país tem acesso à internet, de acordo com dados oficiais. Muitos internautas reclamam de censura online e a mídia local dificilmente questiona ou critica as decisões do governo.

    Eu não encontrei o blog dele na web, se alguém encontrar, please, publique no comentários.

    Alguém conhece algum blog escrito por algum político em ação no Brasil?


    11/01/2009

    NRF Big Show 2009.

    Nrf-blog-009 Hoje pela manhã em Nova Iorque a NRF deu início ao Big Show 2009, o maior evento de varejo do mundo.

    O evento é super tradicional, existe há 98 anos e procura mostrar as tendências, novidades, tecnologias e muito mais que vão afetar o varejo nos próximos anos.

    O Brasil está cada vez mais presente no evento, tem palestrantes brasileiros, e uma caravana estimada em mais de 500 profissionais do varejo brasileiro.

    O evento começou hoje com uma palestra de Ira Kalish da Deloitte sobre as Top 10 Tendências do Varejo Mundial.

    São elas:

    1. Corte de despesas.
    2. Gerenciamento de risco.
    3. Experiência do Cliente.
    4. Gestão de gente.
    5. Estratégias multi-canais.
    6. Lojas menores.
    7. Segmentação de mercado.
    8. Globalização.
    9. Reimaginação do supply chain.
    10. Você é a marca.

    1. Corte de despesas. O quê pode se dizer sobre corte de despesas? Toda empresa, como todo indivíduo, acaba adquirindo gorduras extras com o passar do tempo. Cada 12 meses, ou trimestralmente, existe espaço para cortar despesas. Mais e mais as empresas estão dedicando pessoas e verdadeiros departamentos para fazer isso.

    Em função da crise, os EUA estima que 5 mil lojas de varejo serão fechadas no primeiro trimestre de 2009. O bicho vai pegar.

    O corte de custos vai passar pelo corte do número de fornecedores, produtos, segmentos de mercado, formatos de loja etc. Esse tipo de coisa vai aumentar ainda mais o atual poder dos varejistas sobre os fabricantes. Quem quiser permanecer na gôndola vai ter que pagar um pedágio cada vez mais caro.

    2. Gerenciamento de risco. Estoque, lojas, pessoas, meio ambiente, ganhos financeiros, lega e  supply chain são as principais questões que afetam o varejo. Torne-se cada vez mais importante para o varejo ter uma gestão séria e centralizada em cima dessas questões.

    3. Experiência do Cliente. Em meio a um provável ambiente recessivo, as chances de crescimento está dentro de casa. Todo cliente que entra na loja precisa ser ultra bem tratado. Questões como Atendimento ao Cliente, Design da Loja, Informação de produto, Facilidade em encontrar produtos, velocidade e eficiência na hora de entregar produtos, Visual merchandising e serviços depois da venda precisam ser impecáveis.

    É importante que todo varejista coloque em prática essas questões amarradas à estratégia de marca do varejista.

    O Big Show expõe o quê seria o estado-da-arte em Customer Experience em uma loja modelo no meio do pavilhão.

    4. Gestão de gente. Diferente de um fabricante de produtos, "gente" é um fator crítico de sucesso para o varejo. Varejo é um negócio de pessoas. Gestão de estoque, supply chain, compras, marketing, atendimento ao cliente são áreas que precisam ser tocadas por pessoas que gostam de pessoas. 

    O desafio do varejo é conseguir atrair e reter talentos quando o varejo não pode pagar bem, quando não há tempo para treinar as pessoas, quando o turnover de pessoas é grande, e os funcionários tem experiência limitada.

    Ainda assim, o varejo tem que melhorar a produtividade para sobreviver e conquistar a fidelidade dos clientes e funcionários.

    5. Estratégias multi-canais. A internet é uma das mais poderosas ferramentas de marketing da história. Usá-la integrada com as lojas físicas torna-se uma obrigação. Não apenas para vender, mas para aprender sobre os clientes e realmente desenvolver relacionamentos. 

    Fala-se que 85% de todas as compras da atualidade começam na internet. É importante que o varejo capriche o máximo possível em mostrar, explicar e demonstrar o máximo possível de informações sobre os produtos que vende na internet ao invés de apenas vender vender vender.

    6. Lojas menores. Até então, big stores e one-stop-shopping tem sido as premissas máximas quando o assunto é estratégia de crescimento para o varejo. Entretanto, a fragmentação do mercado, a fragmentação dos desejos dos clientes tem tornado difícil para uma loja atender as emoções de um determinado grupo de clientes. 

    A verdade é: grandes lojas com grandes volumes de produtos e dezenas de opções na verdade acabam não facilitando a vida dos clientes, mas dificultando a procura dos produtos que o cliente tanto aprecia. 

    Essa estratégia combinada com a estratégia de multi canal possibilita ao varejista vender um grande mix de produtos sem necessariamente fazer o cliente se perder nas ofertas.

    7. Segmentação de mercado. Em mercados desenvolvidos praticamente não existem mais as velhas estratégias de marketing de massa. O mundo está cheio de pizzarias, farmácias, lojas de carros, shopping centers, lojas de conveniência blá blá blá; tá na hora da consolidação e expansão das lojas de nicho. 

    8. Globalização. O quê dizer? Por que não expandir as vendas para além das fronteiras, ainda mais com as facilidades da internet?

    9. Reimaginação do supply chain. Só quem trabalha na área de compras e produtos do varejo consegue descrever a malabarismo diário de comprar e vender corretamente. Os desafios são imensos, fabricantes infiéis, concorrentes perversos, dificuldade em remanejar produtos entre lojas, dificuldade em devolver produtos etc etc etc. Apesar dos avanços dos últimos anos, muito ainda se tem por fazer quando o assunto é supply chain no varejo.

    10. Você é a marca. Em uma era de pouco crescimento, margens apertadas e consumidores infiéis, a chave para o sucesso é ser DIFERENTE. Entretanto, são poucos os varejistas que promovem ou estão preocupados em construir uma marca diferente para a sua loja. A grande maioria está preocupado apenas em vender os produtos que carrega. 

    Curiosamente, os varejistas mais bem sucedidos dos últimos anos são justamente aqueles que colocaram os seus esforços de marketing em construir uma marca e uma experiência de compras e não necessariamente vender produtos baratos.

    Eu vou publicar nos próximos dias vários posts sobre o Big Show 2009.

    QUEBRA TUDO no VAREJO!


    08/01/2009

    Innovation Check-List

    Ces2009-soneykey-rm-0448

    04/01/2009

    +Tendências para 2009.

    30/12/2008

    Em 2009, coloque os pés em alguma coisa.

    Pepsi Em 2009, just do it!

    O importante é colocar os pés naquilo que você quer ser um dia.

    Se for preciso começar COPIANDO alguém, que seja, copie.

    Se for preciso começar nas coxas, que seja, comece nas coxas.

    Não ouça os especialistas que nunca fizeram o que falam para você fazer.

    Em 2009, just do it!

    Se o teu sonho é ser escritor, comece escrevendo parágrafos diários em um blog.

    Se o teu sonho é ser empresário, comece vendendo docinhos da vovó através do mercado livre ou na vendinha próxima da sua casa.

    Se o teu sonho é ser web design, coloque a lojinha mais próxima da sua casa na internet, for free.

    A foto acima mostra a mudança da logotipia da Pepsi ao longo dos últimos 100 anos. Veja que a Pepsi começou imitando a Coca-Cola descaradamente. Durante décadas, a Pepsi-Cola era uma cópia açucarada da Coca-Cola. Somente nas últimas décadas a Pepsi começou a migrar para uma identidade própria com produto próprio.

    A Pepsi é líder? Ainda não.

    Mas quem se importa com isso?

    O importante é começar.

    Em 2009, seja lá qual for o sonho que você tenha em mente, just do it.

    29/12/2008

    Furacão Holandês.

    ROCHINHA

    Quem trabalha ou já trabalhou em empresas multinacionais ou empresas com mais de 100 funcionários sabe o quanto burrocrática as empresas ficam. Confira a história do holandês que chegou na presidência da Unilever no Brasil e botou os big shots para correr.

    Você sabe quantos jovens com MBA ou pessoas com paixão e emoção é possível contratar se demitirmos aquele diretor ou vice-presidente preguiçoso que trabalha na sua empresa?

    COM CERTEZA, MUITOS!!!

    Confira a conta do holandês.

    Em setembro de 2007, quando o holandês Kees Kruythoff foi anunciado como o novo presidente da subsidiária brasileira da gigante de consumo anglo-holandesa Unilever, os executivos locais temeram pelo pior. Afinal, a companhia vinha de mais de cinco anos de uma reestruturação que parecia não ter fim - no processo, liderado pelo então presidente Vinicius Prianti, mais de 3 000 pessoas perderam o emprego. Os espíritos, portanto, estavam sensíveis. E as primeiras informações divulgadas sobre Kruythoff só fizeram aumentar a tensão: sua experiência na Unilever da África do Sul deu-lhe fama de cortador de custos impiedoso. Ou seja, o que já estava ruim iria piorar, pensaram os mais pessimistas. Mas o novo presidente chegou e logo desfez a impressão de que não passava de um trator sem sentimentos. Sorridente, cabelo comprido (pelo menos para os padrões da alta gerência nacional) e informal, Kruythoff conquistou a simpatia dos funcionários. Parecia, afinal de contas, que o carismático holandês não mudaria tanta coisa assim - quem pensou dessa maneira, no entanto, errou feio.

    A primeira atitude de Kruythoff foi, justamente, cortar - e na diretoria. Desde que ele chegou, 12 dos 40 diretores foram dispensados ou pediram demissão. E quatro dos nove vice-presidentes foram promovidos ou recrutados no mercado. "Precisávamos que todas as pessoas que trabalhassem aqui tivessem paixão pelo negócio e muita energia", diz Kruythoff. Um dos principais problemas detectados pelo holandês foi uma cultura avessa à tomada de decisões de forma ágil - uma espécie de "assembleísmo". Até então, todas as decisões na Unilever Brasil eram tomadas por consenso entre as áreas envolvidas em determinado projeto. Isso, claro, após uma análise de dezenas de cenários possíveis. Hoje, o lema é o seguinte: "Com 70% de certeza... decida". Kruythoff também eliminou o que considerava trabalho desnecessário. Era comum que a apresentação dos executivos tivesse 130 slides (você leu certo: 130 slides). Hoje, uma apresentação com mais de dez slides pega mal. Finalmente, foram proibidas reuniões antes das 9 da manhã e depois das 5 da tarde. "Esse era um problema dramático na Unilever", diz um executivo que deixou a empresa recentemente. "Eu passava quase dois terços do dia preso em reuniões, e sobrava pouco tempo para pensar no que realmente interessava."

    A conseqüência prática de tanta lentidão vinha sendo uma enorme dificuldade de se ajustar às mudanças do mercado brasileiro. Nos últimos anos, a Unilever mundial passou por uma gigantesca reformulação com o objetivo de simplificar a linha de produtos. Mais de 1 200 marcas foram eliminadas em escala global (havia 1 600). A racionalização, contudo, não tornou a empresa mais competitiva no mercado brasileiro - na verdade, ela vem perdendo participação em vários segmentos. Enquanto as marcas globais da Unilever adotam a mesma estratégia para centenas de países, empresas locais, como a Hypermarcas, fundada por João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, ex-dono da Arisco, fazem o que bem entendem. "Eles podem se enquadrar no gosto local mais rapidamente", diz Ricardo Fernandez, analista de consumo da Itaú Corretora. A participação de mercado da divisão de sorvetes Kibon, por exemplo, caiu de 47%, em 2004, para os atuais 40%, (VIVA O SORVETE DO ROCHINHA!!!) de acordo com dados da ACNielsen. Na área de caldos, temperos e condimentos, que engloba as marcas Knorr e Arisco, a redução foi de 42%, em 2001, para 37%, em 2006, segundo a empresa Euromonitor. E a linha de maionese Hellmann’s perdeu cerca de 2 pontos percentuais de participação em cinco anos. De acordo com especialistas, a Unilever foi mais lenta que alguns dos principais concorrentes para aumentar a importância do Nordeste nas vendas. Estima-se que a participação do mercado nordestino no faturamento da companhia não chegue a 20%, enquanto na rival Nestlé o número ultrapassa 30%.

    Até recentemente, uma das táticas usadas pela Unilever para conter a perda de mercado era baixar preços. Kruythoff eliminou essa prática e desenvolveu outras estratégias. Uma pesquisa de quatro meses da consultoria McKinsey identificou que a Unilever tinha espaço para aumentar a participação no pequeno varejo - que vem ganhando cada vez mais importância para grandes marcas, especialmente no acesso aos consumidores de baixa renda. Kruythoff mudou a estrutura de comando da empresa para atender melhor esse tipo de cliente. Até a gestão de Prianti, os diretores respondiam apenas pelas estratégias de venda por categoria de produtos. Um projeto do desodorante Rexona, por exemplo, era desenhado para ser aplicado no país inteiro. Hoje, o plano de uma marca pode ser voltado para determinada rede, considerando as características locais e o perfil dos consumidores. Os diretores agora respondem por canais de venda e regiões geográficas. A drogaria Onofre, uma das maiores redes de farmácias do país, calcula que as vendas de produtos de higiene pessoal da Unilever cresceram 30% nos últimos sete meses. Além disso, Kruythoff investiu em lançamentos para tentar adaptar a engessada estratégia global da Unilever ao gosto local. A pressão sobre a operação brasileira é grande. Das líderes mundiais em bens de consumo, a Unilever é a que tem a maior exposição a países emergentes. O problema é que as vendas da companhia no Brasil crescem ao ritmo médio de 4% ao ano, abaixo do das subsidiárias de China e Índia, segundo apurou a reportagem de EXAME. Hoje, o Brasil é o terceiro maior mercado da Unilever no mundo, atrás de Inglaterra e Estados Unidos, com faturamento de 9,7 bilhões de reais. O objetivo de Kruythoff é transformar o Brasil no segundo maior até 2012 - o que ajuda a explicar por que ele age como se não tivesse um segundo a perder. Fonte: Exame.

    27/12/2008

    Typepad, problemas resolvidos.

    Os problemas do Typepad, sistema que administra o site/blog da BIZ, foram resolvidos. Todos os comentários estão aparecendo e todo o contéudo continua no site são e salvos. Não foi dessa vez que eu mudei para o Wordpress.

    21/12/2008

    O que nós precisamos é de uma outra grande guerra.

    Funcionários e Empreendedores.

    O texto abaixo está publicado no comments do post "4o Vídeo da ArmRebel", o texto expressa o quê eu penso sobre a produção dos vídeos, e o quê isso tem a ver com empreendedores e funcionários burrocráticos. 


    Friends,

    A lição sobre empreendedorismo que alguns não conseguem perceber é a seguinte:

    1. O muro de tijolos no fundo dos vídeos tá um LIXO. A minha vontade quando eu vi o fundo de tijolos colocado dentro do estúdio da Arm foi arrancar os tijolos com os dentes, derrubar a parede inteira, empalar 2 funcionários. A turma tinha o briefing na mão, tinha as referências visuais para fazer algo dúca, MAS..., não ficou legal. 

    Quando você é funcionário e não empresário, a primeira reação que você tem é: derruba, faz de novo, não me interessa quanto vai custar. 

    Mas quando você é empresário e não funcionário, a primeira reação é: cartão amarelo para os 2, +1 é rua; a segunda reação é: o que fizemos de errado para não repetir novamente?; e a terceira reação é: beleza, vamos que vamos, temos que fazer dinheiro do dinheiro investido.

    Portanto, vocês ainda verão uns 20 vídeos com esse fundo LIXO; que não é o melhor dos mundos, mas é o que temos, e eu, aprendi desde criança a amar as coisas que eu tenho, e extrair o máximo delas,mesmo que não sejam as melhores, sem desejar o sorvete do vizinho. 

    2. O Matozo, a Elen, o Enrico, o Lala, não são profissionais de comércio eletrônico ou marketing. Mas eu não contratei eles em função das técnicas que conhecem, mas em funçao daquilo que são; aqui na Arm eu vou sempre contratar pelo caráter, e uma vez aqui dentro o cidadão tem 2 horas para aprender as técnicas necessárias. 

    O Matozo, por exemplo, que vocês vêm todo empolgadão defendendo o peixe dele, tem experiência em filmar casamentos, festas particulares, e alguns muito poucos programas de televisão de business. O cara não tá pronto. A oportunidade que eu dei a ele na Arm ele não vai encontrar em lugar algum. 

    Eu deveria ter contratado um cara mais profissional? 

    Bem, se você pensa como funcionário e não empresário, é claro que você vai dizer que eu deveria contratar um cara mais profissional. 

    É uma pena, se você pensa assim, você terá sérios problemas em levantar uma empresa. 

    Eu já montei do zero pelo menos 4 empresas super bem sucedidas. 4 empresas, não uma ou um TCC xulé de faculdade de fundo de quintal. Eu sei muito bem que tipo de gente precisamos na fase 1, que tipo de gente precisamos na fase 2 etc etc etc. 

    Um exemplo bacana sobre contratação de pessoas para negócios empreendedores é a resposta que o Mandic dá para menina de rh metida a esperta - no vídeo do ResultsON postado no site - quando ela se oferece para vender serviços "profissionais" de contratação de pessoas blá blá blá. 

    Mas..., o que me deixa mais chateado com tudo isso é ver pessoas que acreditam que deveríamos dar chances a quem não tem chances, mas na prática, sob pressão, escolheria um cara vindo de uma faculdade bonita com um currículo bonito. 

    Felizmente, eu não penso assim. E eu faço o que falo. A Arm é e sempre será - quando possível - uma empresa que vai ajudar quem quer mudar de vida a mudar de vida. Mesmo que isso me custe alguns clientes. 

    Sobre o mito de que eu não terei uma segunda chance se não for execelente de cara...., HAHAHAHAHAHAHAH, só rindo. Quem fala isso é funcionário não empresário. Não vou nem perder o meu tempo com mentes tão medíocres. 

    Um exemplo, os primeiros 12 meses do Submarino foram um terror. Adorador de comércio eletrônico que sou, eu comprei 4x no Submarino no primeiro ano. As 4x eu recebi produtos errados. O sistema deles de carrinhos de compras simplesmente não funcionava para 80% dos clientes. Mas funciona para 20% dos clientes, que por acaso viraram fãs da empresa, e provavelmente devem ter funcionado como contra-ponto para defender a empresa na rua quando encontrava um cliente insatisfeito com a incompetência deles. 

    Todos os rebeldes na Arm sabem que eu tenho pelo menos 20 pessoas querendo entrar na empresa. 

    Todos sabem da teoria do Jack Welch de cortar 30% dos funcionários todos os anos, entretanto, a minha teoria é ainda mais diferente: eu acredito que preciso apenas de 30% dos funcionários, e poderia cortar todos os anos 70% deles. 

    Voltando a falar sobre os vídeos, teremos na Arm 3 tipos de vídeos. Os vídeos conceituais de marketing, liderança, bizrevolution, e intitucionais onde eu vou aparecer, que são destinados aos micro e pequenos empresários. 

    Os vídeos de produtos, por exemplo, esses que vocês estão vendo, que são destinados aos jovens profissionais que assessoram os micro empresários em suas necessidades de negócios. A última pesquisa feita pela HP e Microsoft apontam que 65% das micro e pequenas empresas tem um moleque influenciador. 

    E os vídeos do suporte técnico com dicas sobre como setar uma rede wireless, escolher um notebook, cuidar da segurança de dados da empresa etc, que são destinados aos empresários early adopters e aos jovens influenciadores. 

    Agora..., a Arm vai fazer essas coisas, mas se não tivermos o melhor preço, o cliente vai comprar em outro lugar. Beleza, vá em frente. 

    Quem pensa como funcionário acha que eu tenho que ganhar todas, mas quem pensa como empresário sabe que não posso ganhar todas, não quero ganhar todas. 

    Sobre o apoio dos fornecedores..., o apoio só está crescendo com o release dos vídeos. 

    Ou alguém aqui acha que eu não estou usando os vídeos como PROVA de algo concreto para conseguir apoio?

    Friends, as pessoas apostam em pessoas decididas que não desistem que perseguem a excelência. Pessoas de negócios querem ver REALIZAÇÕES e não idéias mirabolantes. Por mais "mais ou menos" que esteja, os gerentes e diretores da Microsoft e HP entendem - só de bater o olho - no quê eu estou fazendo.

    Eu agradeço as críticas, as tijoladas sem fundamentos, as pedradas etc. O principal benefício das tijoladas está sendo ajudar a construção do caráter de quem eu apostei as fichas. 

    Eu ainda não me arrependi, mas, se no decorrer da guerra, eu precisar mandar alguém embora, eu vou trocar por alguém que tem brilhos nos olhos, é pobre, e possui uma profunda vontade de vencer na vida e ajudar os outros. 

    Para fechar, eu não quero mudar a opinião de ninguém, não quero convencer ninguém de nada, mas, enquanto alguém pensa sobre o assunto, eu faço.

    Ricardo

    20/12/2008

    As tendências para 2009.

    Incertezas, green technology, envelhecimento, débitos, volatilidade, ansiedade, digitalização das coisas, crises climáticas, sustentabilidade, confira as tendências dentro dessas tendências para 2009, aqui.

    19/12/2008

    ResultsON 2008.

    10/12/2008

    Tendências em Video Gaming.

    Video Gaming Trends
    View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: marketing advertising)

    04/12/2008

    Porter na TV.

    Porter na TV.
    Siga-me no twiter.

    02/12/2008

    Quem precisa de um manual?

    Eu acredito desde sempre que o aspecto mais importante de uma empresa é a CULTURA corporativa, ou RELIGIÃO corporativa que se desenvolve e norteia as ações dos funcionários.

    De alguma maneira, as empresas têm que criar um espírito invisível que faz as pessoas se comportarem e fazerem o que tem que ser feito quando a situação não consta no livro da empresa. (Alguém aqui tem algum tipo de manual com os procedimentos a serem colocados em prática??? Or course not).

    Tony Hsieh, CEO da Zappos, é um dos caras mais badalados do momento quando o assunto é customer service, empresa centrada no cliente etc. Recemente ele fez uma presentation no Innovation Summit sobre a maneira que trata a questão da cultura da empresa. Ele conta várias histórias show de bola sobre o quê os funcionários fizeram em situações que não estavam no manual. Em uma ocasião o funcionário devolver o dinheiro que o cliente esqueceu dentro do sapato que devolveu para a Zappos; em outra ocasião, o atendente enviou por contra própria flores de condolência para a casa da esposa de um cliente que havia comprado um par de sapatos mas faleceu antes de usá-lo.

    A preocupação do Tony desde sempre é criar uma cultura que as pessoas entendam, compreendam, consigam executar e passar para frente. Ele comenta sobre a vez que fez uma palestra para a UPS onde mostrou a eles a missão da empresa, e enquanto todos aplaudiram ele revelou que era a missão da Fedex. Ou seja, tudo parecido, tudo blá blá blá sem sentido algum para ninguém.

    A Zappos sem manual, sem princípios rígidos, sem valores, sem procedimentos etc, possui hoje 1/3 da população americana como clientes.

    Quem precisa de manuais, procedimentos e métodos?

    20/11/2008

    CEO 5.

    027
    028
    029
    030
    031
    032
    033
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    058
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    071

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    092

    093

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    136

    CEO 4.

    CEO 4.
    E tem mais nesse programa..., em um determinado momento, um aluno, já
    empreendedor, mostra como criou o seu small business com o que
    aprendeu na faculdade, e depois leva os telespectadores para um tour
    no campus da faculdade. O programa é completo, 7 temporadas de
    tremendo sucesso. CEO Exchange passa na tv aberta nos EUA, milhões de
    americanos tem acesso a esse conteúdo fantástico enquanto você fica
    com o João Dória Jr entrevistando as modelitos no programa dele.

    CEO 3.

    CEO 3.
    Para vocês terem uma idéia melhor sobre como esse programa é um
    tesão, a cada episódio, o programa reune 2 CEOs que de alguma maneira
    tem algum conflito entre si. Hoje o programa reuniu o CEO da Sony e o
    CEO da Best Buy, o maior varejista de eletrônicos do planeta,
    provavelmente o maior cliente da Sony, e ao mesmo tempo o mais
    ameaçador. CEO Exchange é destroier!

    CEO 2.

    CEO 2.
    Durante o programa, alunos da faculdade fazem perguntas para os big
    shoots, hoje o CEO na roda viva é da Sony.

    CEO Exchange.

    CEO Exchange.
    CEO Exchange é simplesmente o melhor talk show sobre business do
    planeta. O entrevistador é destroier, os entrevistados são big shoots
    expostos através de perguntas assertivas, o programa é filmado dentro
    de diferentes faculdades, a discussão rola entre 2 CEOs. Finalmente é
    possível assistir no Brasil mesmo que seja em uma tv a cabo ultra
    fechada.

    19/11/2008

    ManagemenTV.

    ManagemenTV.
    Foi por acaso que eu percebi que eu tenho acesso a ManagemenTV em  casa. 24 horas de business, se o HSM Expo é ruim, imagine 24 horas 7  dias por semana. Mas é um tesão! O melhor é a série CEO Exchange  que finalmente chega ao Brasil via esse canal. Toda quinta 23:00hs. Às  vezes passa uns programas de sete anos atrás, mas ainda assim, o resumo da ópera  é excelente. Nesse momento tá rolando um programa sobre a China. Há pouco terminou um programa sobre a revolução YouTube. Os web vídeos terão uma papel ultra importante na ArmRebel. Nós teremos um estúdio de webTV dentro do escritório da Arm. Tudo sobre vídeos me interessa, e o programa que acaba de rolar foi muito bom.

    O programa sobre a China terminou, vai começar um programa sobre a hitória da Embraer. Siga-me no Twitter para pegar os screenshots e insights do programa.

    15/11/2008

    Aurora em 2009.

    Não é todo dia que você vê um Vice-Presidente de uma empresa de 11 mil funcionários criar uma presentation toda diferentona, estabelecer um perfil no slideshare, e compartilhar com todos. O nome do VP é Luiz Hilton Temp, ele é leitor da BIZ, vice-presidente da Aurora Alimentos de Chapecó Santa Catarina, e gostaria de compartilhar com todos nós a sua visão para 2009. Confira. O ppt está disponível para download aqui.

    Momento Atual
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    12/11/2008

    Palestra do Taleb.

    Taleb
    Taleb1
    Taleb2
    Taleb4

    Bom, agora que terminou a palestra, revendo as anotações, a palestra do Kaleb não foi tão ruim assim, vou subir a nota dele de 1 para 8.

    O problema é ver um cara usar 1h30minutros do meu tempo dando voltas e voltas e volta e voltas maçantes para explicar que no final: não dá para prever nada.

    Mas tem coisa legal. O Taleb é agressivo, polêmico, fala grosso e aponta dedos. Durante o dia na sala de imprensa eu ouvi a turma da HSM se referir a ele como "esquisito" e "difícil de entender". Nesses dias no Brasil a HSM agendou entrevistas entre ele e a imprensa tipo Veja e Exame e outras. Mas o Taleb fala rápido, muda de assunto muito rápido e confunde os jornalistas. O vídeo da entrevista dele na BBC de Londe que eu postei dias atrás dá uma boa idéia da personalidade dele.

    Alguns insights da palestra do Taleb:

    - Os economistas não gostaram do livro, ninguém que vive de estatísticas gostou do meu livro.
    - E difícil encontrar um cisne negro no mundo.
    - Ele chama de Cisne Negro todas as rupturas que ninguém percebe quando surgem, e quando menos se espera, tomam o mundo de assalto.
    - São eventos pequenos, isolados, mistériosos, que mudam as coisas, surgem discretamente, ninguém consegue prever, nem sabe como surgem.

    "Se eu dissesse que o Bush - e não Marx ou Lenin - iria nacionalizar os bancos e seguradoras americanas há 4 anos atrás vocês iriam me chamar de louco".

    - O computador foi feito como ferramenta para comunicação em tempos de guerra. Ninguém imaginou que iria se transformar no que se transformou.
    - O laser foi inventado por brincadeira. Não tinha propósito algum. Levou 10 anos para alguém perceber a sua utilidade.
    - Reagan, o presidente americano, era obcecado pelos russos, inventou então o darpa, que se transformou na Internet.

    Nós superestimamos a história. Nos livros da escola ela parece simples e coerente, tudo se encaixa etc, mas a coisa não funciona tão simples assim. Uma coisa leva a outra mas ninguém sabe explicar o porquê dos acontecimentos. É tudo chute.

    Por que levou 6 mil anos para colocar rodinhas em uma mala de viagem?

    Quer encontrar um cisne negro?

    Se exponha aos cisnes negros o máximo possível.

    Onde eles estão? Sei lá, mas se você quiser um "chute" eu dou: indústria de tecnologia, telefonia, educação, saúde, países emergentes.

    Ignore os especialistas!

    Perca a ilusão do controle!

    Faça previsões sobre o que você não sabe e não sobre o que você sabe. Como? Sei lá, ninguém sabe, encontre a sua maneira de ser e fazer as coisas. Não tem mapa, não tem fórmula.

    Por que ir atrás de um cisne negro?

    Porque a prevenção é mais útil que a cura, mas as pessoas não gostam de prevenção. Herói é quem vai para a guerra e não quem evita a guerra.

    Vence quem não erra, ou erra menos.

    Todas as estatísticas devem ser banidas.

    AME falhar, e mova-se rápido.

    Conclusão: não dá para prever nada.

    Arrisque mais, mas investe menos.

    No passado nós costumávamos respeitar os idosos, porém, a ciência chegou, e a experiência das coisas venceu o conhecimento.

    Essa é a era em que vivemos. Acostume-se a viver com ela!

    Palestra do Jim Collins.

    Collins
    Collins2
    Collins3
    Collins4
    Collins5
    Collins6
    Minha nota para a palestra do Jim Collins: 9,9!

    Collins veio até nós de algum lugar do Colorado, via vídeo conferência, que funcionou perfeitamente. O vídeo ainda não tem high definition, nem tá perto de ser holograma à lá CNN, mas foi bacana e funciona.

    Collins falou durante 1 hora e meia sobre como ser bem sucedido nos negócios sem ser inovador.

    Pois é, Collins não fala sobre inovação. Para ele ser inovador é muito fácil, todos somos inovadores. O difícil é ter disciplina.

    Ele é enérgico ao falar, sério, forte, e muito assertivo. No fundo Collins é um pesquisador do mundo dos negócios, e não um consultor, palestrante ou escritor. O negócio dele é formular perguntas difíceis e ir atrás das respostas através de pesquisas.

    Ele é autor de Good to Great, um dos melhores livros do mundo dos negócios, está no topo da minha lista dos 65 que você tem que ler. Procura no site.

    Durante a palestra Collins jogou algumas frases emblemáticas, como:

    O bom é o inimigo mortal da excelência. Quem é bom dificilmente chega a excelência, quem é bom não necessariamente será excelente, pelo contrário; para ser EXCELENTE o cara, a equipe, as pessoas, precisam ESCOLHER ser excelentes, e se livrar de tudo que é bom. A excelência é um comprometimento VISCERAL da coisa.

    (Detalhe: o que eu escrevo não é necessariamente o que os caras falam. Aqui tem muito da minha interpretação da coisa toda).

    Collins, antes de vender o peixe dele, deixou claro que possui hoje milhões de dados sobre o mundo dos negócios coletados ao longo dos últimos 10 anos. Ele deixa bem claro - antes de falar - que todas as idéias prega são baseadas em fatos coletadas por ele e pela equipe dele ao longo dos últimos anos. Às vezes algumas coisas que ele fala não são necessariamente aprovadas pela platéia, mas quando ele fala que descobriu o fato ao entrevistar 200 pessoas ao longo de 4 anos em X, W e Z indústrias, todo mundo cala a boca.

    Collins é business puro, talvez por isso a sala foi se esvaziando aos poucos. No final tinha muita gente, mas muito menos do que na palestra do Kotler.

    A palestra do Kotler, segundo os organizadores, foi a mais cheia e procurada de todas as palestras. A sala realmente estava lotada.

    Sobre a crise, Collins falou:

    Se os grandes quebram, você pode quebrar.

    Como descobrir o que pode acontecer e evitar?

    Não culpe a crise. Tudo depende mais do que você faz, do que o mundo faz com você.

    Crise é uma coisa terrível para se perder.

    Nós precisamos de um profundo entendimento sobre o que fazemos, e não sobre coisas novas.

    Walmart teve apenas 2 lojas durante 7 anos, nike faturou milhares durante 10 anos.

    Durante todo esse tempo essas empresas se fortaceleram. Colocaram pessoas certas nos assentos certos. Estabeleceram culturas próprias.

    Os grandes não quebram porque ficam preguiçosos, mas porque saem fazendo muita coisa. Ir além, ir atrás de mais coisas, sem a mínima disciplina.

    Nunca quebre a Lei de packard: crescer antes de aprender. (tá nos meios slides há 10 anos)

    Foco em quem (na equipe): e não em produtos, processos, diferenciais etc.

    Eu não sei onde eu quero chegar, o líder não precisa saber disso, mas eu sei que eu preciso ter as pessoas certas dentro do ônibus para sair do lugar.

    Pessoas vem na frente de tudo.

    Você não pode prever o que vai rolar lá fora, a subida está cada vez mais dura; você precisa ter pessoas capazes de escalar a montanha.

    Habiludade de se preparar para algo que nao e possivel prever

    A MELHOR PERGUNTA DO DIA: Quantos assentos chaves você tem na sua empresa, quantos % estão preenchido pelas pessoas certas? (TESÃO!!!)

    As pessoas certas não precisam de motivação. A tarefa do líder não é motivar ninguém. O Líder tem apenas que tomar cuidado para não fazer besteira para desmotivar alguém.

    A questão não é se voce é visionario ou executador, você precisa ser um cara que aglutina as coisas e as pessoas.

    A empresa náo precisa de líderes carismáticos.

    1. O líder não faz a diferença, líder que faz a diferença é um cara mais modesto, humilde, menos cool.
    2. O líder é um cara que junta humildade e muita vontade de fazer as coisas.
    3. Liderança não é sobre personalidade.
    4. Você pode até ser weird, esquisitão para liderar os outros. Ele contou a história do CEO que perdeu a perna e agora coloca a perna em cima da mesa quando é preciso. Os funcionários acham weird, mas funciona.
    4. Pergunte-se: o que você procura como líder? Se você procura algo para você, não vai chegar a lugar algum.
    5. Em tempos turbulentos, líder se prepara para tempos piores.

    Não interessa o que você faz mas o que você deixa de fazer.

    Quantas pessoas tem uma lista de coisas a fazer e quantos tem uma lista de coisas que você deve parar de fazer?

    Preservar o core e avançar. Preservar valores e propósito, avancar em objetivos, práticas culturais, estrategicas e objetivos especificos.

    Os lideres do Jim Collins não são risk takers, mas caras que inovam com muita preparação para o risco.

    Safety enables speedy!

    Aqueles que buscam segurança antes de qualquer coisa, são aqueles que conseguem avancar mais rápido.

    O Brasil deveria ter orgulho da Imbev. Collins prestou consultoria para a Imbev antes da fusão com a canadense. Ele citou a Imbev como outro exemplo de empresa good to great. A Imbev começou décadas atrás com 3 pessoas e depois de tanto tempo chegou lá porque tem as pessoas certas no ônibus, pessoas que se adaptaram porque tem a cultura certa.

    Quando perguntado se o mundo está com problemas de liderança? Ele disse, NÃO!! Tem líderes por todos os cantos. Líder não é só o cara que aparece na televisão ou o CEO de uma empresa. Tem líder em todos os cantos do planeta. O nosso trabalho não é esperar por alguém que nos lidere, você que tem que liderar!

    E onde fica a inovação? Toda criança com 5 anos é criativa. Mas você conhece alguma criança de 5 anos com disciplina? Nascemos criativos, não nascemos disciplinados. Inovação não é difícil, somos todos criativos, difícil é ser disciplinado e adaptar a criatividade de acordo.

    A mais criativa das empresas não se dá bem tempos de turbulêcia.

    A crise atual é resultado da criatividade aplicada ao mundo financeiro.

    Caso você seja eleito presidente de uma empresa, o que fazer nos primeiros 90 dias para transformar a empresa de good to great?

    - Colocar as pessoas certas no ônibus
    - Entendimento sobre o que são as coisas, como a empresa funciona e ganha dinheiro.

    Qual é a melhor maneira de colocar um grande time junto?
    - Não interessa cargos. O importante é que cada membro do time saiba com clareza qual é a sua responsabilidade no negócio. Quem não sabe isso não consegue trabalhar junto.
    - Os melhores times comecam por definição das responsabiliades
    - Tem que haver um contrato emtre os membros da equipe. O papel do líder é exatamente esse.

    E Peter Drucker?
    Peter drucker é o cara, ele nunca perguntava como fazer a sociedade ganhar mais dinheiro, mas como tornar a sociedade mais humana.

    O mundo dos negócios precisa de pesquisas?
    Muito.

    Lição de casa para todos:
    1. Visitar o site dele e mergulhar nas ferramentas gratuitas que estão por lá.
    2. Responder a pergunta sobre os assentos.
    3. Formar um board of personal directores para você
    4. Formar um board of diretors para a empresa
    5. Dobrar o número de perguntas que você faz
    6. Desligar tudo e bloquear 1 dia por mês para pensar no negócio
    7. Pare de fazer as coisas
    8. Peça para todos os seus funcionários articularem o que fazem, as melhores pessoas têm responsabilidades
    9. Forjar os core values da empresa
    10. Em tempos de dificuldade, nós tendemos a pensar na nossa sobrevivência, mas, ser bem sucedido significa ir lá fora e ser útil para um grande número de pessoas.

    Palestra do Cisne Negro.

    Palestra do Cisne Negro.
    Muito chata, nota quase zero, é a opinião de quem está sentado do
    meu lado. A palestra tem uma ou outra coisa legal, but, nota 1.

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