Uma nova profissão.
Pin ItOs tempos em que vivemos são tão complexos que uma nova profissão vem ganhando cada vez mais espaço: Designer de Informações Complexas. O que faz um Designer de Informações Complexas?
Ajuda os profissionais de negócios a mostrar informações aparentemente não relacionadas com extrema clareza e objetividade.
A grande maioria dos livros de negócios é geralmente ilustrada com gráficos básicos de pizza e barra, tais como a famosa Matriz BCG, altamente difundida no mundo do marketing. A Matriz BCG classifica os produtos em Estrela, Abacaxi, Vale Leite e assim por diante. Bacana, mas muito básico para os dias e hoje.
Não seria melhor se você pudesse visualizar as informações sobre o desempenho do produto Estrela em diferentes mercados simultaneamente cruzado com a presença do produto nas ferramentas modernas de social mídia?
A era em que vivemos é a era da informação, onde a quantidade de informações disponíveis é cada vez maior, e permite aos desginers de informações complexas criarem verdadeiros "planos de negócios" em apenas uma única imagem.
Um web site muito bacana que mostra a grande variedade de maneiras de montar informações complexas é o Visual Complexity.
Existe uma nova profissão no ar: DESIGNER DE INFORMAÇÕES COMPLEXAS.
Quem se habilita?
Todos os profissionais de comunicação digital ou gárfica tem que desenvolver essa habilidade e colocar em uma só página um universo. A arte da síntese.
Posted by: Valmir Nascimento | 12/05/2009 at 02:48 PM
Na contra mão.. simplificação
http://www.thebackofthenapkin.com/
Posted by: courtnay | 12/05/2009 at 03:05 PM
FANTÁSTICO
Posted by: Sidney Lima Filho | 12/05/2009 at 03:07 PM
Show, curto muito estes gráficos malucos!! Genial!
Namastê
Alexandre Viveiros
http://www.mibu.com.br
Posted by: Alexandre Viveiros | 12/05/2009 at 04:16 PM
O Daniel LHC certa vez escreveu:
Relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58.
Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para
evitar receber ainda mais moedas.
A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina
registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela
não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e
ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950,
que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .
Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de
venda ou R$ 80,00.
Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.
Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2007:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
Acho que estes "infogramas" estão meio na linha dos "resumos de cursinhos", "macetes" de concurso e cursos "superiores" de 2 anos.
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
Dani, kd vc?
Posted by: Gabriel Peixoto | 12/05/2009 at 08:09 PM
Courtnay,
Interessante este método, apesar de achar não ser capaz de expressar tudo através de figuras infantis. Mas acho que ambos querem chegar no mesmo lugar, simplificar, mesmo que alguns gráficos estejam mais confusos que alguns textos.
Abs,
Samer
Posted by: Samer Ghosn | 13/05/2009 at 11:00 AM
Gabriel, não fala besteira!
"Acho que estes "infogramas" estão meio na linha dos "resumos de cursinhos", "macetes" de concurso e cursos "superiores" de 2 anos."
Você só pode ter opinião equivocada porque está comentando algo que você não conhece.
Esta nova maneira de transmitir uma informação trata-se de uma eficaz ferramenta de aprendizagem que busca através de um raciocínio visual e de mapas metais facilitar o aprendizado.
Este "Designer de Informações Complexas" como o Ricardo chamou já existe mas com outro nome, Designer Instrucional, ou DI como é chamado no meio.
Este profissional aqui no Brasil ainda está muito ligado a projetos de ensino à distância, mas já se percebe a sua atuação pincipalemnte nos meios de comunicação, revistas e televisão principalmente.
A super interessante usa muito este recurso.
Ontem a noite no jornal da Globo o Sardenberg usou destes infogramas para expicar de forma simples as diferentes teorías sobre os movimentos da crise.
Ficou simples, objetivo e fácil de entender.
Abraço,
Rogers
Entendeu ou quer que eu "desenhe"?!
Posted by: Rogers | 13/05/2009 at 01:57 PM
Caro Rogers,
O Professor Mozart Foschete criou uma fórmula duka que sintetiz toda a macroeconomia keynesiana:
Y = (1/1-b+bt+m-i) (a - bT + I + G + X - M)
Nela, é possível visualizar os impactos do consumo, impostos, importação e investimentos na renda de equilíbrio.
O problema é que pra usá-la e entendê-la, é precisso estudar profundamente o modelo keynesiano.
Cara, não disse que os infogramas são ruins. A questão é que, quando acreditas piamente no Sardenberg quando ele explana um simples modelo, achas que não é mais necessário aprofundar-se no assunto porque já "sabes tudo".
Sacou?
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
Ah, quando comento, sei do que falo. Ponto.
Posted by: Gabriel Peixoto | 13/05/2009 at 08:30 PM
O pessoal não sabe nem fazer análise BCG ou SWOT, qualitativa/quantitativa.
PQ inventar novas modas?
Amplexos, c ya!
Posted by: Darcio Martins | 13/05/2009 at 08:51 PM
Gabriel,
Entendo o que queres dizer, mas há determinadas situações em que você tem um tempo limitado para explicar um assunto ou convencer alguém sobre algo.
Muitas vezes o receptor não tem interesse no detalhe e transfere a responsabilidade da análise para o emissor, que se utilizará deste recurso.
Abraço a todos,
Alexandre Brenno.
Posted by: Alexandre Brenno | 14/05/2009 at 09:22 AM