Que país é esse????
Senado absolve Renan Calheiros por 40 votos a 35; houve seis abstenções!!!!!! Que país é esse? Que NOJO!!! Ninguém tem mais o DIREITO de me representar naquela cidade-faroeste cabocla!!! Eu tô me segurando aqui para não ir até Brasília QUEBRAR TUDO! Todos têm rabo preso com todos!!! FUI ROUBADO!!! Para qual instituição civil eu vou recorrer? Alguma sugestão?




E vc ainda acredita que compensa fazer tudo certinho nesse pais? Tipo, nao vender sem nota, nao sonegar e tudo mais?
Posted by: julio bessa | 12/09/2007 at 05:48 PM
É o país onde tem de se conquistar poder e cúmplices do lado obscuro, não ficar acordado até às 4 da matina estudando e aprendendo novas tecnologias para trazer benefícios as pessoas, onde todas possam compartilhar conhecimento e cultura para o bem estar do ser humano!
É lamentável o que a minha e a próxima geração irão passar. Detalhe. Se houver uma próxima geração!
Vamos lá, vamos ficar assistindo ao jogo do Brasil em horário nobre, enquanto o discurso que ocorre nas quartas-feira à noite no programa do Jô, debatendo sobre as maracutaias que envolve o governo brasileiro, poucas pessoas tem o privilégio de assitirem, pois precisam se acordar às 6:00Hs para ganhar seu dinheiro com luta, dificuldade e honra.
Vamos lá, quanto mais ganhamos, mais pagamos para o governo, e mais Renan Calheiros estão só aguardando o ano eleitoral para usufruir do nosso suor!
Força povo brasileiro!!!!
Posted by: Antonio Ney | 12/09/2007 at 05:58 PM
Escárnio
O caso Renan Calheiros dá um novo significado ao termo "avacalhação" --sim, o trocadilho é intencional. Os senadores que o absolveram hoje escarnecem da opinião pública que deveriam representar. Poucas vezes se viu um espetáculo tão deslavado de corporativismo, e diante de evidências tão sólidas de irregularidades que constituem, para além de qualquer dúvida, quebra de decoro parlamentar.
Em seus primórdios, o escândalo despontou discreto, "familiar". Tudo começou em maio, quando a revista "Veja" estampou reportagem afirmando que o senador teve despesas pessoais pagas pelo lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior. O dinheiro serviria para bancar pensão da filha que Renan teve com a jornalista Mônica Veloso --a mulher bonita da vez. Até aí, tudo normal, se procedêssemos a um escrutínio cuidadoso, muitos membros do Congresso teriam muitas explicações a dar. No mais, o país já se habitou a ver escândalos políticos revelarem beldades calipígias.
O que se seguiu à acusação inicial contra Renan é que redefine os padrões de corporativismo do Congresso e dá nova materialidade à noção de cara-de-pau.
Para rebater a denúncia, o senador afirmou que Gontijo era um velho amigo que, por imperativos de discrição --Renan é casado--, apenas repassava a Mônica dinheiro do próprio presidente do Senado. A tentativa de explicação é meio canhestra, mas, à luz do "in dubio pro reo", pode-se dizer que pelo menos parava em pé.
Surgiu, porém, um problema patrimonial. Para justificar as transferências, todas em espécie, sem registro bancário, o senador recorreu a seus dotes como pecuarista. Constatou-se que estávamos diante de um verdadeiro prodígio do mundo dos negócios, que, com um rebanho alagoano, conseguia lucros muito superiores aos auferidos por tradicionais criadores das mais produtivas regiões de São Paulo ou do Rio Grande do Sul. De novo, precisamos dar ao senador o benefício da dúvida. Seria injusto, afinal, pretender puni-lo apenas por ser mais eficiente que a média de um setor notoriamente arcaico.
Como que a submeter o Renan a nova provação, reportagem do "Jornal Nacional" mostrou as notas apresentadas pelo senador para sustentar sua versão incluíam recibos com irregularidades e emitidos por empresas de fachada. Renan, é claro, não se deu por vencido. Atribuiu os problemas fiscais a intermediários. Ele teria agido de boa-fé. E não se pode esperar de um senador da República que seja, além de bom amante, pai consciencioso e pecuarista exemplar, também um "expert" em fraudes.
O caso ganhou contornos ainda mais dramáticos quando um dos frigoríficos para os quais o senador teria vendido gado foi assaltado na véspera do dia em que entregaria documentos para serem periciados pela Polícia Federal. Papéis que interessavam à apuração foram levados pelos bandidos. É muito azar, considerando-se que o espicilégio poderia corroborar a defesa do parlamentar.
Apesar dos contratempos, a PF acabou concluindo sua investigação. Afirmou que os documentos apresentados pelo senador não eram suficientes para sustentar a sua história. Disse que a papelada apresentava lacunas graves, como a ausência de registro de despesas de custeio na atividade pecuária. O pagamento de mão-de-obra, por exemplo, só aparece na movimentação financeira de 2006 e não na dos anos anteriores.
Outro problema constatado foi a multiplicação do gado. Em 2004 surgiram cem reses na criação, sem que haja registro de compra ou de nascimentos. Dado que a ciência não acata mais a abiogênese, o senador fica com um problema. Não é só. Como os peritos apontaram um déficit nas contas de 2005, Renan Calheiros apareceu com um empréstimo de R$ 178 mil tomado à empresa Costa Dourada Veículos que ele antes "esquecera" de declarar.
Enquanto se desenrolavam tais batalhas em torno da contabilidade rural, surgiram outras denúncias contra o senador. Ele teria favorecido a cervejaria Schincariol, que comprou uma fábrica de Olavo Calheiros, irmão de Renan e teria adquirido, com recurso a testas-de-ferro, uma rádio e um jornal em Alagoas, no valor de R$ 2,5 milhões. O presidente do Senado, é claro, nega ambas as acusações.
Acreditemos ou não em sua inocência, precisamos reconhecer em Renan a virtude da tenacidade. Não sou especialista em análise probabilística, mas creio serem bastante reduzidas as chances de que as dificuldades do senador se devam apenas a uma conjunção de azares, talvez temperadas por erros menores.
Não estou, é claro, defendendo o linchamento do senador. Tantos e tamanhos indícios devem converter-se num processo ao longo do qual Renan terá a oportunidade de defender-se, longe da tão temida pressão da mídia. Mas um mínimo daquilo que alguns chamam de vergonha na cara exigiria que Renan se afastasse da presidência do Senado e do próprio mandato de senador até que a situação estivesse judicialmente esclarecida em seu favor. Por bem menos políticos asiáticos costumam praticar o suicídio. No Brasil, porém, Renan não apenas se mantém no cargo como ainda manobra descaradamente para dificultar os trâmites da representação no Conselho de Ética. Nas horas vagas, distribui ameaças veladas, contra colegas que não estariam dispostos a apoiá-lo, e abertas, contra a editora Abril, responsável pela "Veja". Até acredito que possa haver um complô. A Abril, afinal, também edita a revista "Playboy", que tem suas vendas multiplicadas por escândalos que envolvam mulheres bonitas que se disponham a posar nuas, como é o caso de Mônica Veloso.
Brincadeiras à parte, há um elemento-chave que torna possível tanta desfaçatez a céu aberto: o voto secreto em plenário para a cassação de parlamentares acusados de traquinagens éticas.
Costumo ser bastante cético em relação ao bem que grandes reformas políticas possam trazer, mas pôr fim ao voto secreto de deputados e senadores é uma medida urgente. Representantes da população, antes de satisfações a suas consciências, as devem ao eleitor. O circuito democrático simplesmente não se completa se o representado não tem como averiguar o desempenho de seu representante. É preciso retirar da cena este fio desencapado que coloca o próprio sistema democrático em curto-circuito.
Uma rápida passada pelo mais rumoroso escândalo dos últimos tempos --o mensalão-- dá bem a dimensão do mal que o voto secreto tem causado aos hábitos políticos do país. Nada menos do que 19 deputados foram acusados de empazinar-se com recursos ilícitos do chamado valerioduto --o esquema criminoso de compra de parlamentares gerido pelo publicitário Marcos Valério de Souza. Destes, 12 foram inocentados em plenário; quatro renunciaram antes da abertura do processo para escapar à punição; e apenas três foram cassados.
Há no Congresso uma proposta de emenda constitucional que acaba com o voto secreto em plenário, só que, contrariando a praxe da Casa, ela dormita há um ano nos escaninhos da Câmara. Foi foi aprovada em primeiro turno pelo incrível placar de 383 a zero, mas precisa passar por uma segunda votação antes de ir para o Senado. Normalmente, o prazo entre as duas votações na Câmara --a segunda delas quase protocolar-- não passa de um mês. É a prova perfeita de que o Brasil conta com dois Congressos, um que opera sob os olhares atentos da sociedade, no qual as votações são abertas e a opinião pública é levada em conta, e outro, mais sombrio, no qual parlamentares representam apenas seus próprios interesses, nem sempre confessáveis. É nesse Congresso-fantasma que prosperam Renans, Severinos, mensaleiros e sanguessugas. Sombras se combatem com luz, transparência.
Hélio Schwartsman, 42, é editorialista da Folha. Bacharel em filosofia, publicou "Aquilae Titicans - O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão" em 2001. Escreve para a Folha Online às quintas.
Posted by: Carllos Rodrigues | 12/09/2007 at 06:20 PM
Comprem a playboy da mulher dele. É a única verdade que vai aparecer "nua e crua"(sem falar no photoshop).
Posted by: André | 12/09/2007 at 07:40 PM
"Alibabá e os quarenta ladrões".
Nesse momento, dá uma vergonha em dizer que sou brasileiro; por ver meu Brasil sendo densamente povoado por políticos corrúptos; Nosso Congresso Brasileiro sendo um celeiro de ladrões, e motivando o banditismo à mão-armada, por todo o Território Nacional. Me invergonham, aqueles que lá me representam. Não confio em nhnhum dos que lá estão. Renan Calheiros e os quarenta ladrões, não serão perdoados pela Hitória. Hão de envergonharem-se todos aqueles que lerem sobre suas malditas existêcias.
Posted by: JONAS DE MOURA | 12/09/2007 at 10:37 PM
O e-mail abaixo foi o que eu acabei de encaminhar para todos os senadores, inclusive os que votaram a favor da cassação do Sen. Renan Calheiros, pois já que as decisões deles recaem sobre todos nós brasileiros, a minha também recai sobre todos eles. Acredito que nada mais justo.
Dessa forma eu demonstro a todos eles a minha indignação e exerço a minha função de cidadão e eleitor, o que me deixa com a consciência um pouco mais tranquila, por tomar a atitude de sair do time dos que apenas reclamam.
Vamos fazer a nossa parte, por menor que seja!!!
"Parabéns por ajudar a escrever mais um capítulo dessa novela "suja" chamada política brasileira!!!
É incrível como os Srs insistem em ferir o orgulho de ser brasileiro!!!"
Adriano Macena
(aqui coloquei meu telefone mas duvido que alguém me ligue)
Posted by: Adriano Macena | 12/09/2007 at 10:40 PM
O e-mail abaixo foi o que eu acabei de encaminhar para todos os senadores, inclusive os que votaram a favor da cassação do Sen. Renan Calheiros, pois já que as decisões deles recaem sobre todos nós brasileiros, a minha também recai sobre todos eles. Acredito que nada mais justo.
Dessa forma eu demonstro a todos eles a minha indignação e exerço a minha função de cidadão e eleitor, o que me deixa com a consciência um pouco mais tranquila, por tomar a atitude de sair do time dos que apenas reclamam.
Vamos fazer a nossa parte, por menor que seja!!!
"Parabéns por ajudar a escrever mais um capítulo dessa novela "suja" chamada política brasileira!!!
É incrível como os Srs insistem em ferir o orgulho de ser brasileiro!!!"
Adriano Macena
(aqui coloquei meu telefone mas duvido que alguém me ligue)
Posted by: Adriano Macena | 12/09/2007 at 10:48 PM
Palavras do sr. Renan Calheiros,
"Nesses mais de 100 dias, muitos de nós perdemos algo. Eu perdi mais, abri mão de momentos de convivência com minha família e com os amigos. Mas confirmamos que, mesmo com eventuais injustiças e excessos inerentes ao processo democrático, é preciso acreditar nas instituições, fortalecê-las e não perder a confiança de que a verdade sempre prevalecerá".
Com certeza, perdemos algo!
Perdemos 40% da nossa produção, do nosso trabalho, do nosso dinheiro, para sustentar a trupe de Brasília.
Infelizmente essa é a verdade senhor Renan, 40% da nossa renda, 40 votos a seu favor, 40 inúmeros motivos para não acreditar nos políticos do país de alibabá e seus 40 ladrões.
Posted by: Joao Paulo | 13/09/2007 at 12:11 AM
Medalha de Otária Cravada no nosso Peito!
Posted by: Bruno Antunes | 13/09/2007 at 01:45 AM
hahaha...como já dizia o cartola...
"sorrir pra não chorar..."
Posted by: Thiago | 13/09/2007 at 09:03 AM
Infelizmente mais uma derrota para nós brasileiros, aqui é o pais do tudo pode e isso nunca vai mudar, até aonde acreditar???
Posted by: Andrea | 13/09/2007 at 09:09 AM
Hoje tem palhaço? tem sim senhor!!!
Pode parecer incrível mas os palhaços meus amigos somos, eu, você, o Ricardo, o Manoel da padaria, o China da lavanderia... KD, KD os%%#&&¨¨## da OAB agora???????
Posted by: Anderson leal | 13/09/2007 at 09:32 AM
Não sou palhaço de ninguém!
Agora comigo é olho por olho, dente por dente!
Minha campanha...
EU VOTO CONSCIENTE,VOTO NULO!
Ninguém ali, tem caratér suficiente para me representar.Bando de ladrões!FDP!@@&¨*$%!!!!
Posted by: gersao | 13/09/2007 at 10:46 AM
Sabe o que vai acontecer...nas próximas eleições vai todo mundo, como cordeirinho vai para o matadouro..quietinho, votar e ouvir o plin plin plin da maquina ultra moderna que nós inventamos para ter as eleições mais rápidas do mundo...plin plin plin da urna eletronica é como a navalha que corta o pescoço do cordeiro...é rápido...não permite a ninguém sentir dor...ficam todos felizes com o fim da fila. Mas depois das eleições quantos dias para o primeiro escandalo??? Na minha humilde opinião , os 40 ladrões estão apenas completando o espaço que existe para eles...pois cada um que reclama aqui, na verdade não pode e nem tem o direito de reclamar, afinal, só existem dois lados nesta moeda: Votados e Votantes, Políticos e Eleitores. Eleitor que quer resultado, por gentileza, seja candidato nas próximas eleições e se sua ídole permitir, sejá a parte ética da coisa, ou do contrário haverá os ladrões preenchendo os espaços que lhes convém ocupar. Os xingamentos pífios que vejo aqui...só vejo aqui mesmo...moro em Brasília e em todas as ocasiões em que fui ao circulo do poder junto de alguém que se dizia corajoso e pronto a chingar um político ficou deslimbrado com o sistema, fascinado com o concreto e o tapete esmerado dos salões da corte política...e eu dizia, onde ficou a coragem? Cada um que está xingando e protestando aqui é como uma vacina, congelada dentro do isopor do SUS, ou seja...sem uso, sem função. Se alguém de fato quer ver resultado que faça os seus resultados, que levante a sua bandeira e vá a luta e ocupe uma cadeira lá dentro. Eu particularmente estou tranquilo...o Senador em quem votei nas ultimas eleições não foi eleito, todavia o que eu votei nas eleições anteriores ainda está cumprindo mandato, e este me comunicou que votaria pela cassação. Não sou reclamão, não fico xingando político ladrão, não perco meu tempo falando bobagem sobre a política brasileira, o que faço é simples, se não quero ser político eu faço questão de apoiar o político que eu acredito, o o político que eu acredito votou como eu queria! Peço gentilemnte ques as ovelhinhas murmurantes que se expressaram aqui, calem com delicadeza a sua boca e que volte abrir de duas maneiras: Dentro do congresso como um parlamentar ou para apoiar o seu político, aquele em quem votou no qual acreditou! Tudo que for diferente disso é balela e só alimenta ainda mais a corrupção e o desrespeito pelos cidadãos de bem desse país.
Posted by: Peterson Mota | 13/09/2007 at 11:14 AM
Ha muito tempo eu só voto "00 CONFIRMA", mas sempre pintava um remorso... depois desta, não mais.
E pensar que o primeiro ministro japonês pediu demissão, devido a uma SUSPEITA de corrupção!!! Exatamente por isto eu repito que um mundo melhor se faz com pessoas melhores e não vice versa.
Vamos la minha gente, apesar dos pesares temos de continuar a construção do mundo melhor!!!
Posted by: andre visoni | 13/09/2007 at 11:30 AM
Eu não vou mudar, só porque os caras lá de cima continuam sendo cara-de-pau!
Vou continuar fazendo o meu trabalho, sendo ética, acreditando que pode ser diferente, porque EU estou fazendo diferente.
Tenho minha parcela de culpa, pois em algum momento, acreditei que a política poderia ser diferente - e ainda acredito, porque se eu não acreditar, a molecagem vai continuar. Eximir-me ou ausentar-me não vai ajudar este país, de forma alguma.
Posted by: Ana Claudia Vieira | 13/09/2007 at 12:09 PM
pra mim essa votação foi como se ainda presenteassem com uma medalha de honra ao mérito pro cara! vergonhoso!!!
Posted by: elen | 13/09/2007 at 12:50 PM
Em que medida temos feito algo para mudarmos
nossa sociedade ? Quem podemos mudar se não
a nos mesmos !
Temos de parar de so reclamar das malezas que outros fazem ! Eles so fazem porque nos permitimos que façam !
O que voce (todos nos) fez hoje para mudar
sua atitude ? Voce seguiu as leis ? Fez algo
para alterar o que não concorda ?
Em Palavras Ocultas de Bahá'u'lláh :
Ó Filho do Ser! Examina-te a ti mesmo, cada dia, antes de seres instado a prestar contas, porque a morte, sem prenúncios, haverá de te sobrevir e será chamado a responder por teus atos.
Posted by: Jose Roberto Istamati | 13/09/2007 at 12:58 PM
É realmente triste perceber esta realidade da nossa nação.
Só tenho uma coisa a dizer: Isso é culpa NOSSA!
Somos nós quem votamos neles, somos nós quem reclamamos e ficamos sentados atrás de uma tela de computador esperando as coisas mudar.
Quer fazer algo de relevante? Quer MESMO que isso acabe?
Pega uma panela, une os teus amigos "politizados" e vai pra rua fazer barulho! Preferencialmente na frente da casa dos queridos políticos!
To organizando uma manifestação aqui em Porto Alegre... quem quiser vir, converse comigo!
Vamos fazer algo para mudar! Idéias sem ação não são nada!
Posted by: Alexandre Aguiar Dedavid | 13/09/2007 at 06:20 PM
Batalha perdida, mas não a guerra.
Lamentação precisa virar ação.
Indignação tem que sair para fora das janelas de nossas casas.
Quanto menos fazemos mais parecemos impotentes.
Somos nós que fazemos esse país... ou não ??!!
Posted by: Marcos Oliveira | 14/09/2007 at 03:03 PM
Renan fez o que 99% dos senadores fazem. Se fosse cassado, seria uma vitória do povo brasileiro ou da Revista Veja?
Posted by: Gabriel Peixoto | 14/09/2007 at 03:20 PM