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21/06/2007

O Livro mais Influente da minha História.

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Atlas A BIZ está no ar desde 1999 mas nesse tempo todo eu nunca mencionei nada sobre o Atlas Shrugged e Ayn Rand. Eu acho que eu falei superficialmente sobre Ayn Rand em um ou outro web seminário da BIZ mas eu penso que nunca falei nada profundamente sobre ela ou os livros que escreveu.

Eu vou mudar isso. A partir de hoje, Ayn Rand e Peter Drucker vão ganhar uma categoria exclusiva no site da BIZ onde eu pretendo falar profundamente sobre as filosofias de Trabalho que ambos pregaram por aqui.

Ayn Rand (pronuncia-se Aiãn Rendi) é uma filósofa americana totalmente desconhecida no Brasil. Entretanto, ela é considerada  a filósofa mais influente do Século 20 nos EUA. A sua filosofia é QUEBRA TUDO, um soco no estômago de muitos conceitos ancestrais enraigados na cultura brasileira. Ela prega "coisas" que aparentemente são incompatíveis com o brasileiro e o Brasil. But, como eu também quero provocar vocês a pensarem diferente e sairem radicalmente da zona de conforto, eu vou aproximá-los da filosofia da Ayn Rand.

Atlas Shrugged é o seu livro mais famoso e considerado o MAIS INFLUENTE livro da história dos EUA depois da Bíblia. Lançado em 1957, há exatos 50 anos, Atlas  ainda é um dos livros mais vendidos dos EUA. Somente em 2006 foram vendidos 600 mil cópias do Atlas.

O livro foi lançado no Brasil com o nome de Quem é John Galt e está completamente fora de catálogo. Quem tem o livro não empresta. Quem sabe onde tem não avisa. Com muita muita muita sorte você encontra uma cópia do Atlas em algum sebo obscuro por aí. A última edição do livro foi lançada em 1987, há exatos 20 anos atrás.

Desde que eu conheci os livros de Ayn Rand alguns anos atrás, nasceu dentro de mim uma enorme vontade de publicá-los no Brasil. Eu acredito que todo brasileiro apaixonado pelo mundo dos negócios PRECISA conhecer a filosofia de Ayn Rand. Atlas pode ajudar a mudar a maneira complacente que o brasileiro olha para o trabalho, empreendedorismo e risco.

Nos últimos meses eu corri atrás dos direitos de publicação da obra da Ayn Rand, e depois de muito esforço, eu consegui os direitos.

Nesse momento eu estou a procura de uma editora para publicar o livro. Não é uma tarefa fácil. Veja o desafio: o livro tem 1.200 páginas, é sobre filosofia de negócios, foi escrito há 50 anos atrás por uma escritora totalmente desconhecida no Brasil, discute temas que faz o brasileiro médio a desejar queimar o livro.

Nos próximos meses eu pretendo realizar web seminários sobre o Atlas Shrugged e a filosofia da Ayn Rand para todos vocês conhecerem melhor esse PETARDO chamado Atlas Shrugged.

Outro grande motivo para eu querer publicar o livro no Brasil reside em um fato interessante: depois de 50 anos de inúmeros tentativas, o Atlas finalmente será convertido em filme de cinema e será lançado no Verão de 2008 com Angelina Jolie e provavelmente Brad Pitt como atores principais da trama.

O livro é FANTÁSTICO. 1.200 páginas de adrenalina e filosofia QUEBRA TUDO AGRESSIVA que leva você a repensar tudo que você acredita sobre Dinheiro, Trabalho, Vida e Ajudar o Próximo.

Se você tiver MUITA mas MUITA sorte talvez você encontre o livro no Mercado Livre ou em um Sebo obscuro no Brasil. Se o seu inglês é bom, recomendo comprar o livro original em inglês na Livraria Cultura.

Se você não encontrar, me aguarde, eu vou lançar Atlas Shrugged no Brasil, e com o título original.

Para vocês começarem a tomar gosto por esse PETARDO chamado Ayn Rand, leiam agora o chamado "Discurso do Dinheiro", extraido do Atlas Shrugged, páginas 318-321 da versão brasileira de 1987.

Uma pergunta: quem já leu Atlas Shrugged ou já tinha ouvido falar no livro?

Lá vai o PETARDO: Coloque os preconceitos e paradigmas de lado antes de começar a ler o texto.


O DISCURSO DO DINHEIRO
POR AYN RAND

— Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? O dinheiro é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los. O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que pedem produtos por meio de lágrimas, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível através dos homens que produzem. É isto que o senhor considera mau? Quem aceita dinheiro como pagamento por seu esforço só o faz por saber que ele será trocado pelo produto de esforço de outrem. Não são os pidões nem os saqueadores que dão ao dinheiro o seu valor. Nem um oceano de lágrimas nem todas as armas do mundo podem transformar aqueles pedaços de papel no seu bolso no pão de que você precisa para sobreviver. Aqueles pedaços de papel, que deveriam ser ouro, são penhores de honra; por meio deles você se apropria da energia dos homens que produzem. A sua carteira afirma a esperança de que em algum lugar no mundo a seu rdor existem homens que não traem aquele princípio moral que é a origem da produção? Olhe para um gerador de eletricidade e ouse dizer que ele foi criado pelo esforço muscular de criaturas irracionais. Tente plantar um grão de trigo sem os conhecimentos que lhe foram legados pelos homens que foram os primeiros a plantar trigo. Tente obter alimentos usando apenas movimentos físicos, e descobrirá que a mente do homem é a origem de todos os produtos e de toda a riqueza que já houve na terra.

Mas o senhor diz que o dinheiro é feito pelos fortes em detrimento dos fracos? A que força o senhor se refere? Não é à força das armas nem dos músculos. A riqueza é produto da capacidade humana de pensar. Então o dinheiro é feito pelo homem que inventa um motor em detrimento daquele que não o inventaram? O dinheiro é feito pela inteligência em detrimento dos estúpidos? Pelos capazes em detrimento dos incompetentes? Pelos ambiciosos em detrimento dos preguiçosos? O dinheiro é feito – antes de poder ser embolsado pelos pidões e os saqueadores – pelo esforço honesto de todo homem honesto, cada um na medida de sua capacidade. O homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que produz. Comerciar por meio do dinheiro é o código dos homens de boa vontade. O dinheiro baseia-se no axioma de que todo homem é proprietário de sua mente e de seu trabalho. O dinheiro não permite que nenhum poder prescreva o valor do seu trabalho, senão a escolha voluntária do homem que está disposto a trocar com você o trabalho dele. O dinheiro permite que você obtenha em troca dos seus produtos e do seu trabalho aquilo que esses produtos e esse trabalho valem para os homens que os adquirem, e nada mais que isso. O dinheiro só permite os negócios em que há benefício mútuo segundo o juízo das partes voluntárias.

O dinheiro exige o reconhecimento de que os homens precisam trabalhar em benefício próprio, e não em detrimento de si próprio; para lucrar, não para perder; de que os homens não são bestas de carga, que não nascem para arcar com o ônus da miséria; de que é preciso oferecer-lhes valores, não dores; de que o vínculo comum entre os homens não é a troca de sofrimento, mas a troca de bens. O dinheiro exige que o senhor venda não a sua fraqueza à estupidez humana, mas o seu talento à razão humana; exige que o senhor compre não o pior que os outros oferecem, mas o melhor que o seu dinheiro pode comprar. E, quando os homens vivem do comércio – com a razão e não à força, como árbitro irrecorrível –, é o melhor produto que sai vencendo, o melhor desempenho, o homem de melhor juízo e maior capacidade – e o grau da produtividade de um homem é o grau de sua recompensa. Este é o código da existência cujo instrumento e símbolo é o dinheiro. É isto que o senhor considera mau?

Mas o dinheiro é só um instrumento. Ele pode levá-lo aonde o senhor quiser, mas não pode substituir o motorista do carro. Ele lhe dá meios de satisfazer seus desejos, mas não lhe cria desejos. O dinheiro é o flagelo dos homens que tentam inverter a lei da causalidade – os homens que tentam substituir a mente pelo seqüestro dos produtos da mente. O dinheiro não compra felicidade para o homem que não sabe o que quer; não lhe dá um código de valores se ele não tem conhecimento a respeito de valores, e não lhe dá um objetivo, se ele não escolhe uma meta. O dinheiro não compra inteligência para o estúpido, nem admiração para o covarde, nem respeito para o incompetente. O homem que tenta comprar o cérebro de quem lhe é superior para servi-lo, usando dinheiro para substituir seu juízo, termina vítima dos que lhe são inferiores. Os homens inteligentes o abandonam, mas os trapaceiros e vigaristas correm a ele, atraídos por uma lei que ele não descobriu: o homem não pode ser menor do que o dinheiro que ele possui. É por isso que o senhor considera o dinheiro mau? Só o homem que não precisa da fortuna herdada merece herdá-la – aquele que faria sua fortuna de qualquer modo, mesmo sem herança. Se um herdeiro está à altura de sua herança, ela o serve; caso contrário, ela o destrói. Mas o senhor diz que o dinheiro corrompeu. Foi mesmo? Ou foi ele que corrompeu seu dinheiro? Não inveje um herdeiro que não vale nada; a riqueza dele não é sua, e o senhor não teria tirado melhor proveito dela. Não pense que ela deveria ser distribuída; criar cinqüenta parasitas em lugar de um só não reaviva a virtude morta que criou a fortuna.

O dinheiro é um poder vivo que morre quando se afasta de sua origem. O dinheiro não serve à mente que não está a sua altura. É por isso que o senhor o considera mau? O dinheiro é o seu meio de sobrevivência. O veredicto que o senhor dá à fonte de seu sustento é o veredicto que o senhor dá à sua própria vida. Se a fonte é corrupta, o senhor condena a sua própria existência. O seu dinheiro provém da fraude? Da exploração dos vícios e da estupidez humana? O senhor o obteve servindo aos insensatos, na esperança de que eles lhe dessem mais do que sua capacidade merece? Baixando seus padrões de exigência? Fazendo um trabalho que o senhor despreza para compradores que o senhor não respeita? Neste caso, o seu dinheiro não lhe dará um momento sequer de felicidade. Todas as coisas que o senhor adquirir serão não um tributo ao senhor, mas uma acusação; não uma realização, mas um momento de vergonha. Então o senhor dirá que o dinheiro é mau. Mau porque ele não substitui seu amor-próprio? Mau porque ele não permite que o senhor aproveite e goze sua depravação? É este o motivo de seu ódio ao dinheiro? O dinheiro será sempre um efeito, e nada jamais o substituirá na posição de causa. O dinheiro é produto da virtude, mas não dá virtude nem redime vícios. O dinheiro não lhe dá o que o senhor não merece, nem em termos materiais nem em termos espirituais. É este o motivo de seu ódio ao dinheiro? Ou será que o senhor disse que é o amor ao dinheiro que é a origem de todo o mal?

Amar uma coisa é conhecer e amar a sua natureza. Amar o dinheiro é conhecer e amar o fato de que o dinheiro é criado pela melhor força que há dentro do senhor, a sua chave-mestra que lhe permite trocar o seu esforço pelo esforço dos melhores homens que há. O homem que venderia a própria alma por um tostão é o que mais alto brada que odeia o dinheiro – e ele tem bons motivos para odiá-lo. Os que amam o dinheiro estão dispostos a trabalhar para ganhá-lo. Eles sabem que são capazes de merece-lo. Eis uma boa pista para saber o caráter dos homens: aquele que amaldiçoa o dinheiro o obtém de modo desonroso; aquele que o respeita o ganha honestamente. Fuja do homem que diz que o dinheiro é mau. Essa afirmativa é o estigma que identifica o saqueador, assim como o sino indicava o leproso. Enquanto os homens viverem juntos na terra e precisarem de um meio para negociar, se abandonarem o dinheiro, o único substituto que encontrarão será o cano do fuzil. Mas o dinheiro exige do senhor as mais elevadas virtudes, se o senhor quer ganhá-lo ou conservá-lo.

Os homens que não têm coragem, orgulho nem amor-próprio, que não têm convicção moral de que merecem o dinheiro que têm e não estão dispostos a defendê-lo como defendem suas próprias vidas, os homens que pedem desculpas por serem ricos – esses não vão permanecer ricos por muito tempo. São presa fácil para os enxames de saqueadores que vivem debaixo das pedras durante séculos, mas que saem do esconderijo assim que farejam um homem que pede perdão pelo crime de possuir riquezas. Rapidamente eles vão livrá-lo dessa culpa – bem como de sua própria vida, que é o que ele merece. Então o senhor verá a ascensão dos homens que vivem uma vida dupla – que vivem da força, mas dependem dos que vivem do comércio para criar o valor do dinheiro que eles saqueiam. Esses homens vivem pegando carona com a virtude. Numa sociedade onde há moral eles são os criminosos, e as leis são feitas para proteger os cidadãos contra eles. Mas quando uma sociedade cria uma categoria de criminosos legítimos e saqueadores legais – homens que usam a força para se apossar da riqueza de vítimas desarmadas – então o dinheiro se transforma no vingador daqueles que o criaram. Tais saqueadores acham que não há perigo em roubar homens indefesos, depois que aprovam uma lei que os desarme. Mas o produto de seu saque acaba atraindo outros saqueadores, que os saqueiam como eles fizeram com os homens desarmados. E assim a coisa continua, vencendo sempre não o que produz mais, mas aquele que é mais implacável em sua brutalidade. Quando o padrão é a força, o assassino vence o batedor de carteiras. E então esta sociedade desaparece, em meio a ruínas e matanças.

Quer saber se este dia se aproxima? Observe o dinheiro. O dinheiro é o barômetro da virtude de uma sociedade. Quando há comércio não por consentimento, mas por compulsão – quando para produzir é necessário pedir permissão a homens que nada produzem – quando o dinheiro flui para aqueles que não vendem produtos, mas influencia – quando os homens enriquecem mais pelo suborno e favores do que pelo trabalho, e as leis não protegem quem produz de quem rouba, mas quem rouba de quem produz – quando a corrupção é recompensada e a honestidade vira um sacrifício – pode ter certeza de que a sociedade está condenada. O dinheiro é um meio de troca tão nobre que não entra em competição com as armas e não faz concessões à brutalidade. Ele não permite que um país sobreviva se metade é propriedade, metade é produto de saques. Sempre que surgem destruidores, a primeira coisa que eles destroem é o dinheiro, pois os dinheiro protege os homens e constitui a base da existência moral. Os destruidores se apossam do ouro e deixam em troca uma pilha de papel falso. Isto destrói todos os padrões objetivos e põe os homens nas mãos de um determinador arbitrário de valores. O dinheiro era um valor objetivo, equivalente à riqueza produzida. O papel é uma hipoteca sobre riquezas inexistentes, sustentado por uma arma apontada para aqueles que têm de produzi-las. O papel é um cheque emitido por saqueadores legais sobre uma conta que não é deles: a virtude de suas vítimas. Cuidado que um dia o cheque é devolvido, com o carimbo: ‘sem fundos’. Se o senhor faz do mal o meio de sobrevivência, não é de se esperar que os homens permaneçam bons. Não é de se esperar que eles continuem a seguir a moral e sacrifiquem suas vidas para proveito dos imorais. Não é de se esperar que eles produzam, quando a produção é punida e o saque é recompensado. Não pergunte quem está destruindo o mundo: é o senhor. O senhor vive no meio das maiores realizações da civilização mais produtiva do mundo e não sabe por que ela está ruindo a olhos vistos, enquanto o senhor amaldiçoa o sangue que corre pelas veias dela – o dinheiro. O senhor encara o dinheiro como os selvagens o faziam, e não sabe por que a selva está brotando nos arredores das cidades. Em toda a história, o dinheiro sempre foi roubado por saqueadores de diversos tipos, com nomes diferentes, mas cujo método sempre foi o mesmo: tomar o dinheiro à força e manter os produtores de mãos atadas, rebaixados, difamados, desonrados. Esta afirmativa de que o dinheiro é a origem do mal, que o senhor pronuncia com tanta convicção, vem do tempo em que a riqueza era produto do trabalho escravo – e os escravos repetiam os movimentos que foram descobertos pela inteligência de alguém e durante séculos não foram aperfeiçoados.

Enquanto a produção era governada pela força, e a riqueza era obtida pela conquista, não havia muito que conquistar. No entanto, no decorrer de séculos de estagnação e fome, os homens exaltavam os saqueadores, como aristocratas da espada, aristocratas de estirpe, aristocratas da tribuna, e desprezavam os produtores, como escravos, mercadores, lojistas – industriais. Para a glória da humanidade, houve, pela primeira e única vez na história, uma nação de dinheiro – e não conheço elogio maior aos Estados Unidos do que esse, pois ele significa um país de razão, justiça, liberdade, produção, realização. Pela primeira vez, a mente humana e o dinheiro foram libertados, e não havia fortunas adquiridas pela conquista, mas só pelo trabalho, e ao invés de homens da espada e escravos, surgiu o verdadeiro criador da riqueza, o maior trabalhador, o tipo mais elevado de ser humano – o self-made man – o industrial americano. Se me perguntarem qual a maior distinção dos americanos, eu escolheria – porque ela contém todas as outras – o fato de que foram os americanos que criaram a expressão “fazer dinheiro”. Nenhuma outra língua, nenhum outro povo jamais usara estas palavras antes, e sim “ganhar dinheiro”; antes, os homens sempre encaravam a riqueza como um quantidade estática, a ser tomada, pedida, herdada, repartida, saqueada ou obtida como favor. Os americanos foram os primeiros a compreender que a riqueza tem que ser criada. A expressão ‘fazer dinheiro’ resume a essência da moralidade humana. Porém foi justamente por causa desta expressão que os americanos eram criticados pela culturas apodrecidas dos continentes de saqueadores.

O ideário dos saqueadores fez com que pessoas como o senhor passassem a encarar suas maiores realizações como um estigma vergonhoso, sua prosperidade como culpa, seus maiores filhos, os industriais, como vilões, suas magníficas fábricas como produto e propriedade do trabalho muscular, o trabalho de escravos movidos a açoites, como na construção das pirâmides do Egito. As mentes apodrecidas que dizem não ver diferença entre o poder do dólar e o poder do açoite merecem aprender a diferença na sua própria pele, que, creio eu, é o que vai acabar acontecendo. Enquanto pessoas como o senhor não descobrirem que o dinheiro é a origem de todo bem, estarão caminhando para sua própria destruição. Quando o dinheiro deixa de ser o instrumento por meio do qual os homens lidam uns com os outros, os homens se tornam os instrumentos dos homens. Sangue, açoites, armas – ou dólares. Façam sua escolha – não há outra opção – e o tempo está esgotando.

Comments

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Só um comentário: eu quero COMPRAR esse LIVRO!!!!

Excelente Ricardo. Parabéns!
Vou comprar o livro com certeza.

Sucesso!

Ae grande Ricardo! Mais uma coisa em comum entre nós, além da quebra de paradigmas e as TED Talks! Agora Ayn Rand!!!

Entrei em contato com partes do texto dela ano retrasado! Estou ainda lendo o "The Fountainhead" (na verdade ouvindo via audiobook para passar o tempo do trânsito)!!! Embora muitas vezes eu tenha que estacionar o carro, olhar para cima, e não acreditar nas coisas que ela fala! Me tocam a vida semanalmente! E sinta-se lisonjeado ou não, mas oscilo entre o livro dela, seus podcasts e algumas coisas da Harvard Business Review e do Michel Lent (Podcrer)!!

O Fountainhead (primeiro dela) é muuuito cumprido, mas é FAN-TÁS-TI-CO!!! Já viu o documentário sobre a vida dela: "Ayn Rand: A sense of Life"! É de chorar, sugiro pro pessoal que gostou deste texto do "Atlas Shrugged". Meu próximo passo é o "Atlas Shrugged"!!

Pena eu não ter conhecimento de editoras, senão era cá pra lá pra eu te ajudar a publicar isto! É simplesmente demais! Quebra tudo!!

Abraços, continue assim no BLOG, matando a pau!!


Putz, nem sou jornalista para poder apurar que esse livro é o vulcao americano que só perde pro fuji-bíblico.

Poxa, vi q um bom tempo atrás um site comentando sobre esse livro, quando diz que era inglês pulei pro outro topico abaixo, tampouco valorizei e mto menos tive a ideia de procurar uma versao brasileira.

Agora depois de consultar 8 livrarias virtuais fiquei de cara. Como um livro deste ranking americano nao esta nas prateleiras brasileira? mesmo no cenário globalizado em 2007 ????

Cara, vi tudo. tu pegou as garras e saiu rasgando pra ganhar os direitos de Ayn.

Não sei o que vc pode e nao pode fazer no livro, mas vc tem tudo agora pra fazer os brasileiros gostarem e transformar-lo em um vulcão brasileiro.

Clap clap clap!!!


Putz, nem sou jornalista para poder apurar que esse livro é o vulcao americano que só perde pro fuji-bíblico.

Poxa, vi q um bom tempo atrás um site comentando sobre esse livro, quando diz que era inglês pulei pro outro topico abaixo, tampouco valorizei e mto menos tive a ideia de procurar uma versao brasileira.

Agora depois de consultar 8 livrarias virtuais fiquei de cara. Como um livro deste ranking americano nao esta nas prateleiras brasileira? mesmo no cenário globalizado em 2007 ????

Cara, vi tudo. tu pegou as garras e saiu rasgando pra ganhar os direitos de Ayn.

Não sei o que vc pode e nao pode fazer no livro, mas vc tem tudo agora pra fazer os brasileiros gostarem e transformar-lo em um vulcão brasileiro.

Clap clap clap!!!

Noooooossa ADOREI!!!!
Nunca havia ouvido falar nem da autora nem da(s) obra(s).
Ricardo, estou de dedos cruzados para que vc encontre logo uma editora Quebra Tudo e faça o projeto aconteçer. Mas enquanto aguardo a Biz revolucionar o mercado editorial brasileiro, vou comprar e começar a ler uma edição em inglês mesmo!!! Sei que algumas idéias e conceitos ficarão para trás, devido a barreira da linga, mas mesmo assim vou adiantando!!!

Conheço a Ayn Rand faz um tempinho... É um livro sem comparação.
O Brasil seria sangue nos olhos se todos os brasileiros folheassem esse livro.

fantástico! Eu sempre me perguntava de que "água" você bebe Ricardo! E não conseguia acreditar que seria apenas revistas, sites, livros, etc (principalmente os americanos)....escondeu o jogo né! Obrigado por me apresentar uma bebida que muda o estado de consciência sem precisar do figado!

Amigos do Blog:

No site

http://www.crocodilo.com.br/loja/virtual/produto?productId=119736&campanhaId=1500001

ainda é possível encontrar alguns exemplares do livro em portugues - com prazo de entrega previsto para 5 dias.

Fiz o pedido do meu ontem... agora vamos ver - se eles realmente entregam.

Um excelente dia para todos.
André Trigo

André,

Depois nos avise se o livro chegou direitinho ok ;-)

E completando este post, acho que todo brasileiro deveria ler este livro. Fiquei louco para ler :-)

Abraços a todos!

Sergio

Valeu André!!!

Ricardo Jordão,

A CIA está abrindo seus arquivos dos anos 50 e 60 e muita sujeira será descoberta, como por exemplo, tentativas de assassinatos a jornalistas e derrubadas de governos eleitos democraticamente. Os EUA não são o melhor do mundo tampouco têm sempre razão em suas teses.

Leio semanalmente seus textos e se faço isso é porque, obviamente, gosto deles.

O texto extraído do livro citado é interessante e concordo em partes. Mas devo admitir que você exalta demais os americanos enquanto critica tantos os brasileiros como o que é produzido aqui.
Acredito que pessoas talentosas, como você, têm a missão de enaltecer e elevar a auto-estima de nossa nação.

Abraços!

Obrigado por me dar a resposta aos amigos que fazem faculdade na UERJ e me enchem o saco com O Captial(Karl Marx).

Nunca pensei que poderia ter uma resposta tão bem escrita para o povo da UERJ.

Mais uma vez obrigado.

[],
AC

Wilson,

O melhor do Mundo é o INDIVÍDUO. Nenhuma nação, nenhum estado, nenhuma igreja, nenhuma associação, NADA, supera o INDIVÍDUO. Existem INDIVÍDUOS-BALA em todos os 193 países filiados a ONU, inclusive no Brasil.

O "pobrema" do Brasil é a dificuldade em encontrar os GRANDES brasileiros. A mídia não ajuda. Daí, a solution será CRIAR a mídia que mostra exemplos de OTIMISMO, SUPERAÇÃO, CRIATIVIDADE e RESPONSABILIDADE.

Essa mídia se chama BIZREVOLUTION e eu pretendo fazer esse papel no devido tempo e com os devidos recursos.

ARREBENTA!!!

Ricardo


Se queres entender de filosofia relacionada a produção deixe de preguiça e leia os originais: Karl Marx, Max Weber, Émile Durkheim e Joseph Alois Schumpeter (esse é o meu preferido). Outra coisa, faça como os italianos (sabias que a Itália é o único lugar do mundo onde se fala italiano?) e valorize nosso idioma: pare de recomendar "os originais em inglês".

Quanto a pergunta :
Será que o senhor disse que é o amor ao dinheiro que é a origem de todo o mal?
Entendo que se este amor for a avareza de somente acumular riquezas ou pior ainda, acumular sem o menor escrúpulo, sim é a origem de todo mal.
Mas ai este amor não é outra coisa que a falta completa de verdadeiras virtudes.
As soluções que o ser humano precisa não estão nem no comunismo (quase erradicado, felizmente), nem no capitalismo (consumir pelo simples desejo de consumir), menos ainda no fanatismo religioso.
Mas, sim, na busca incessante da paz universal, amando as diferenças, vendo Deus em cada ser humano.
Investiguem sobre a Solução Espiritual dos Problemas Ecomônicos.

Neste site encontrei :
http://aynrand.com.br/

Aprovamos o tal plano numa grande assembléia: ....
De cada um, conforme sua capacidade, para cada um, conforme sua necessidade. . . .
Pois é. . . .
Mas aí decidiram que ninguém tinha direito de julgar suas próprias capacidades e necessidades.
Amor fraternal? Foi aí que aprendemos, pela primeira vez na vida, a odiar nossos irmãos
Antigamente, ajudávamos quem tinha um doente na família. Agora . . .
Queriam que trabalhássemos em nome de quê? Do amor pelos nossos irmãos? Que irmãos? Os parasitas, os sanguessugas que víamos ao redor?

Que cenário terrível!

Alissa Z. Rosenbaum, fiquei intrigado com esta filósofa.

O cenário atual está mais para:
Cada um ganha conforme sua capacidade (de produzir, de saquear, de burlar), a necessidade do outro não importa, pois não tem capacidade.
Imagine, iguais oportunidades reais a todos de desenvolverem suas capacidades e ganharem por estas capacidades o que for justo, com um mínimo garantido pela coletividade. Os extremos de riqueza e pobreza seriam erradicados.

"O dinheiro é o barômetro da virtude de uma sociedade. Quando há comércio não por consentimento, mas por compulsão – quando para produzir é necessário pedir permissão a homens que nada produzem – quando o dinheiro flui para aqueles que não vendem produtos, mas influencia – quando os homens enriquecem mais pelo suborno e favores do que pelo trabalho, e as leis não protegem quem produz de quem rouba, mas quem rouba de quem produz – quando a corrupção é recompensada e a honestidade vira um sacrifício – pode ter certeza de que a sociedade está condenada."

Acho que o Mr Bush e sua bancada deveriam ler isso... Tomara que ainda existam formadores de opnião no pais do dinheiro, para que ele não entre mais ainda no ciclo da força... Enquanto isso, podemos aproveitar o que é e foi produzido por esta e outras nações (que ostentam ou não o poder) para criar a próxima geração de self-made men!!!!

Pessoal:

Postando uma resposta sobre a entrega do livro comprado na www.crocodilo.com.br

CUIDADO COM A MORDIDA DO CROCODILO!

Comprei 2 livros na loja virtual da www.crocodilo.com.br

O prazo de entrega do meu pedido era de até 9 dias. Como não tinha pressa resolvi aguardar.

Passado o prazo previsto o meu pedido não foi entregue. Passado 12 dias ligaram para mim - falando que um dos itens não estava disponivel (adivinhem qual?) e seu aceitava a entrega parcial. Falei que aceitava. E prometeram a entrega em até 2 dias. E novamente, não entregaram.

Agora no site aparece que o meu pedido foi cancelado por FALTA DE PAGAMENTO, sendo que ATÉ JÁ DEBITARAM a 1ª parcela da compra no meu cartão de crédito.

Essa é a posição que devemos esperar de uma empresa séria? Por que ninguem liga para o cliente para propor soluções? Temos que perder o humor e deixar de acreditar na empresa pra conseguir resolver alguma coisa?

Fiquei MUITO desapontado e gostaria de dividir essa reclamação com todo os meus amigos do Blog.

Confesso: descobri Ayn Rand (nascida Alissa Z. Rosenbaum ) hoje. E não foi com o mestre Ricardo. Li sobre a senhora Rand na coluna do Argemiro Ferreira (Tribuna de Imprensa). Ao comentar o novo livro do ex-'oráculo' do FED Alan Greenspan, Agemiro disse que, na juventude, o Alan teve uma 'guru' chamada Ayn Rand. Quase caí da cadeira pois não lembrava daquele nome. Parei tudo e 'googlei' "Ayn Rand" e descobri muita coisa. Percebi que a ideologia de Ayn me soava familiar: ("Cheque suas premissas", "Causa", "Propósito", "Indivíduo"...) Sim! O 'nosso' Jordão é um apóstolo da brilhante judia russa. Aliás não é o único. Existe em Campinas um filósofo chamado Eduardo Chaves que edita uma página na Internet muito interessante sobre Ayn Rand. Confesso novamente: fiquei fascinado. E não era para menos - a pregação Ricardo/Rand me tocou desde o primeiro dia que li. Só uma coisa me incomoda: o 'fanatismo' dos seguidores (todos!)e o tom de "verdade revelada".

Ilton,

Ninguém está seguindo ninguém. Cada um tem a sua própria filosofia de vida. O fato é que quando uma pessoa encontra eco em outra pessoa, elas se juntam.

As minhas idéias sobre capitalistamo, indivíduo, coragem, causa e propósito são muito mais antigas que o meu conhecimento sobre Ayn Rand.

Por conta do que eu acredito, eu a encontrei.

Ninguém está seguindo ninguém, os grupos sociais se formam porque as pessoas se identificam umas com as outras.

Eu tenho as minhas próprias crenças, e não é porque alguém que nasceu 50 anos antes de mim falou algo parecido, que agora eu tenho que fazer referência.

Se fosse assim, toda vez que eu dissesse "Eu te amo" eu teria que pagar direitos autorais para alguém.

ARREBENTA!

Ricardo

Por sorte ou destino, acho que encontrei o único exemplar que estava a venda num sebo virtual. Quando lí o post do Xará, confesso, fiquei curioso e também pesquisei no Google, o que aumentou ainda mais o meu desejo por ter o livro e poder lê-lo com tranquilidade e absorver o que pra mim considero importante. Foi um achado. Obrigado pela grande dica Xará!!!!

Estou lendo um exemplar que achei numa Biblioteca publica...praticamente esquecido lá...estou comendo o livro!!!

Ricardo, assim como o Wilson, só consegui concordar em partes com o texto apresentado. Cheguei aqui através de uma citação deste post no site de Maurício Ferrão e o trecho que ele citou vai contra o que acredito. Me chocou e me fez passar aqui, de tanto que mexeu comigo. Estou em um caminho que levará a mudanças significativas na minha vida e, tenho por certo, na vida de muitas pessoas.

Peguei um trecho para analisar:

"O dinheiro permite que você obtenha em troca dos seus produtos e do seu trabalho aquilo que esses produtos e esse trabalho valem para os homens que os adquirem, e nada mais que isso. O dinheiro só permite os negócios em que há benefício mútuo segundo o juízo das partes voluntárias."

Esta afirmação encerra um grande problema e uma falácia, das grandes. Em primeiro lugar, o grande problema está justamente em que a troca de produtos por trabalho, mediada pelas leis do mercado, nem sempre ser justa. Existem formas decididamente más de exploração do trabalho humano e elas podem ser mediadas através do dinheiro. Muitas vezes, os seres humanos SE SUBMETEM ao jugo de outros, que detém o poder dos meios de produção (e, por favor, esqueça de Marx aqui) ou dos interesses do mercado.

Há cerca de 9 anos, idealizei um sistema global de trocas, feito para minimizar o impacto do dinheiro, aproximando quem tem os bens e serviços para oferecer daqueles que os necessitam, sem a necessidade do uso do dinheiro para intermediar. É claro que este sistema, nada simples, ainda não saiu do papel, mas está mais perto do que nunca para acontecer.

Gostei muito das linhas que encontrei no seu blog, principalmente no que diz respeito à energia, à paixão e o tesão com que abordas os mais variados assuntos.

Gostaria muito de conversar mais detidamente contigo acerca de vários projetos que estão em andamento. Se houver de sua parte algum interesse em me ouvir, por favor entre em contato por e-mail. Teremos muito a ganhar e muitos a ajudar com nossas idéias.

Um abraço fraterno,

Rafael Reinehr

Gostei muito do Blog, especialmente as dicas sobre como ganhar dinheiro online, num mundo de extremas e rapidas mudancas. Espero que cresca bastante e que a comunidade toda troque informacao para que todos saiam ganhando. Saudacoes Empreendedoras

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