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10/10/2006

Leia, se você quiser liderar quem tem menos de 30.

Ainda no campo do post sobre o "Google no Brasil", confira algumas idéias práticas, além de um escritório hyper-cool , sobre como liderar a geração que hoje tem menos de 30 anos.

1. Chega de discurso! PPTs sofisticados, filminhos corporativos são "cool", mas quando o assunto é vender a cultura da empresa, o quê funciona mesmo são as histórias que essa geração encontra na intranet, foruns de discussão, orkut, google etc.

2. Deixa o cara viver!
Ao invés de uma jornada de 80 horas por semana, o cidadão quer mais flexibilidade, balanço, férias liberais, períodos sabáticos. Na KPMG, por exemplo, 80% dos funcionários tiram 40 horas de folga do seu horário normal de trabalho durante os meses em que os negócios não estão bombando. Detalhe, que alguém aqui pode levantar, na teoria, o rapaz não tira a folga para dormir ou pegar um bronze, o rapaz aproveita as horas que tem para estudar, se reciclar, criar e trabalhar em projetos particulares.

3. Chega de bater o ponto! A nova geração não se importa em trabalhar longas horas, se preciso for; o quê a nova geração não suporta é a "tara por horários", "bater cartão", "ter que permanecer em seu posto mesmo que não tenha nada para fazer". A Lockheed nos EUA, permite que os funcionários trabalhem nove horas por dia de segunda a quinta-feira, e tirem a sexta-feira de folga.

4. Eu quero mais responsabilidade! A nova geração busca oportunidades de trabalhar em projetos relevantes ou desenvolver projetos significativos para a empresa. A Google insiste que os funcionários utilizem 20% do tempo de trabalho no desenvolvimento de novas idéias. A Pepsi permite que jovens promissores assumam cargos de liderança após seis meses na empresa.

5. Feedback, Feedback, Feedback! Conselhos sobre o desenvolvimento da carreira e constante análises de performance são super bem vindos por essa geração. Todo novo funcionário da Lehman Brothers nos EUA recebe a atenção de dois mentores - um jovem colega como ele para ajudar na introdução na empresa, e um funcionário senior para guiá-lo no longo prazo.

"Eu incentivo os meus funcionários, mesmo àqueles que pensam que já fazem muito feedback com seus funcionários, a DOBRAR o número de feedback que distribuem."

6. Eu quero contribuir! A nova geração espera ter oportunidades de participar de projetos sociais e comunitários. A Well Fargo nos EUA incentiva os seus funcionários a ensinar finanças nas escolas públicas de suas comunidades. A Accenture e a Bain permite que os seus funcionários prestem consultoria para ONGs.

78% dos jovens que tem menos de 30 dizem que dinheiro é menos importante do que realização pessoal. E Você?

Comments

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meu atual emprego eu encontrei, enquanto eu navegava pelo orkut ;)

Gostaria de indicar um livro para quem quiser estudar mais a respeito desta nova leva de pessoas que estão chagando no mundo...

Crianças Indigo
Lee Carroll/ Jan Tober
ed. Butterfly

chEgando
sorry!!!

Perfeito... eu tenho certo trauma do dia de quarta-feira, pois é incrível como não tem nada pra fazer... é o dia que leio todos os sites, blogs, flogs, etc... são 5 horas sem nada pra fazer e o pior q mesmo comentando com a gerência, nada muda...

abraços...

Quem quiser aprofundar-se no tema indicado por André Visoni, será realizado no dia 15 de novembro, em São Paulo, um seminário sobre Crianças Índigo.
Maiores informações:
www.jornaldosespiritos.com

Contribuição:
Ao passar a contribuir com meu talento ao Projeto Junior Achievement, aprendi a ensinar e a aprender. Com a experiência em liderar jovens adolescentes a tornarem-se mini-empreendedores, obtive diversos feedbacks dos liderados. Com o feedback, pude ampliar as minhas responsabilidades, delegando as tarefas com mais segurança. Aprendemos a nos tornar produtivos em "tempo integral". O relógio de cada um ditava a sua própria hora, dentro de metas estabelecidas. Pude criar com mais liberdade, ao entrar no mundo adolescente, com visões empreendedoras. Quanto aos discursos, filmes and so on, descobri que já existem muitas e muitas histórias vencedoras por aí, um tanto repetitivas, e que a história "deles" é que precisa de uma brecha, espaço, nossos ouvidos e olhos para ser tornar "case". O "case" de sucesso deles, que é o mais importante.
Abraços, Ana Claudia

é ana claudia, eu também vou deixar aqui meu manifesto de amor ao povo teen! eles comandam!

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